Relação entre a capacidade vasodilatadora periférica e os mecanismos hemodinâmicos da hipotensão pós-exercício
O mecanismo hemodinâmico responsável pela hipotensão pós-exercício aeróbico varia entre os indivíduos, sendo interessante avaliar a possível influência da capacidade de vasodilatação periférica nesses mecanismos. Para tanto, 22 homens normotensos submeteram-se a 2 sessões experimentais: Controle (C...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2012 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-15052012-083234 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/39/39132/tde-15052012-083234/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Aerobic exercise Blood pressure Exercício aeróbico Hemodinâmica e função vascular Hemodynamics and vascular function. Pressão arterial |
| Sumario: | O mecanismo hemodinâmico responsável pela hipotensão pós-exercício aeróbico varia entre os indivíduos, sendo interessante avaliar a possível influência da capacidade de vasodilatação periférica nesses mecanismos. Para tanto, 22 homens normotensos submeteram-se a 2 sessões experimentais: Controle (C - repouso) e Exercício (E- cicloergômetro, 45 min, 50% VO2pico). Antes e 60 min após as intervenções, a pressão arterial (PA) sistólica (PAS), diastólica (PAD) e média (PAM), o débito cardíaco (DC), a resistência vascular periférica (RVP), o volume sistólico (VS), a frequência cardíaca (FC), o fluxo sanguíneo muscular (FS) e a capacidade vasodilatadora periférica (avaliada pelo FS máximo póshiperemia - FSMax e pela área sob a curva pós-hiperemia - ASC) foram medidos. A ANOVA de 2 fatores para amostras repetidas foi empregada. A correlação de Pearson foi calculada entre os índices de capacidade vasodilatadora medidos préexercício e respostas ao exercício (pós-pré). O exercício diminuiu a PAS, PAM e impediu o aumento da PAD. Após o exercício, o DC diminuiu em alguns indivíduos e a RVP diminuiu em outros. O VS diminuiu pós-exercício, enquanto que a FC aumentou em alguns indivíduos e diminuiu em outros. O FS da região inativa e o FSMax da região ativa aumentaram após o exercício. Os índices de capacidade vasodilatadora (FSmax e ASC) não se correlacionaram com as respostas dos mecanismos hemodinâmicos avaliados pós-exercício, mas o FS pré-exercício da região inativa se correlacionou negativamente com a resposta da PA pós-exercício e o FS pré-exercício da região ativa se correlacionou negativamente com a resposta do FS dessa região, do VS e do DC, e positivamente com a resposta da RVP e da FC pós-exercício. Dessa forma, é possível concluir que a sessão de exercício físico proposta promove hipotensão pós-exercício cujos determinantes hemodinâmicos diferem entre os indivíduos. A xvii capacidade vasodilatadora avaliada pela resposta à hiperemia não se relaciona aos determinantes hemodinâmicos da hipotensão pós-exercício. Porém, o FS da região ativa se relaciona, de modo quanto maior for esse fluxo pré-exercício, menor é o aumento dele pós-exercício, menor a redução a RVP e maior a redução do DC e do VS |
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