Razão convencional de extensores e flexores de joelhos entre dinamômetro isocinético e equipamentos isoinerciais

A condição de equilíbrio entre a força concêntrica dos músculos flexores e extensores do joelho é conhecida como razão IQ convencional e constitui fator de risco modificável para lesões nessa articulação. A avaliação da razão convencional através de dinamometria isocinética raramente é utilizada em...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Carvalho, Igor Leandro da Silva
Tipo de documento: dissertação
Estado:Versão publicada
Data de publicação:2019
País:Brasil
Recursos:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
Repositório:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ
Idioma:português
OAI Identifier:oai:www.bdtd.uerj.br:1/8254
Acesso em linha:http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/8254
Access Level:Acceso aberto
Palavra-chave:Conventional ratio
Isokinetic dynamometry
Maximum repetitions tests
Razão convencional
Dinamometria isocinética
Testes de repetições máximas
Músculos Fisiologia
Músculos isquiotibiais
Joelhos - Fisiologia
Força muscular
Cinesiologia aplicada
Dinamômetro de força muscular
CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::EDUCACAO FISICA
Descrição
Resumo:A condição de equilíbrio entre a força concêntrica dos músculos flexores e extensores do joelho é conhecida como razão IQ convencional e constitui fator de risco modificável para lesões nessa articulação. A avaliação da razão convencional através de dinamometria isocinética raramente é utilizada em ambientes clínicos devido ao custo elevado. O teste 1RM em maquinas isoinerciais, que é considerado uma alternativa ao teste isocinético, está associado a redução da capacidade de produzir força e risco aumentado de lesão e dor muscular tardia. Nesse sentido, foi utilizado o teste 5RM, como opção ao teste 1RM, por sua maior correlação com os dados isocinéticos em razão da similaridade entre os protocolos. Foram realizados testes 5RM de flexão e extensão dos joelhos nos equipamentos cadeira extensora e flexora e no dinamômetro isocinético e analisadas as associações entre os valores de razão convencional e correlações significativas foram observadas entre os testes. Os resultados se mostraram favoráveis quanto à utilização de testes de repetições máximas em máquinas isoinerciais e ao uso de uma equação de regressão para estimar a razão convencional. Sendo assim, tanto o protocolo descrito quanto a equação de predição da razão convencional, podem ser aplicados em ambientes clínicos onde não seja possível a análise isocinética