Amigdalo-hipocampectomia transtemporal, utilizando acesso mínimo (key-hole): avaliação da técnica cirúrgica e dos resultados
Introdução: A esclerose mesial temporal é causa frequente das síndromes epilépticas focais. A ressecação cirúrgica das estruturas mesiais temporais é a melhor opção para seu tratamento. Objetivo: Apresentar uma técnica operatória para tratar a epilepsia temporal e os resultados da intervenção Casuís...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-11012018-091356 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5138/tde-11012018-091356/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Amígdalo-hipocampectomia Amygdalohippocampectomy Anterior temporal lobectomy Epilepsia do lobo temporal Epilepsias parciais Epilepsies partial Epilepsy temporal lobe Giro temporal médio Lobectomia temporal anterior Middle temporal gyrus |
| Sumario: | Introdução: A esclerose mesial temporal é causa frequente das síndromes epilépticas focais. A ressecação cirúrgica das estruturas mesiais temporais é a melhor opção para seu tratamento. Objetivo: Apresentar uma técnica operatória para tratar a epilepsia temporal e os resultados da intervenção Casuística e Métodos: Estudo prospectivo envolvendo 120 doentes operados por um único neurocirurgião e em uma única instituição de saúde de 2006 a 2012 com a aplicação da técnica de amígdalo-hipocampectomia transtemporal com acesso mínimo (key-hole). Cinquenta e cinco por cento dos doentes era do sexo masculino. A cirurgia foi realizada à direita em 85% dos doentes. Resultados: As primeiras 70 cirurgias duraram, em média, 2,51 horas e as últimas 50 cirurgias 1,62 horas. Ocorreram complicações em 3,3% dos doentes operados. Cinco por cento dos doentes apresentou atrofia discreta do músculo temporal. De acordo com a Escala de Engel, no segundo ano do período pós-operatório, 71% dos doentes foram classificados como Classe I, 21%, como Classe II, e 6%, como Classe III. Conclusão: A técnica descrita é viável, reprodutível, segura e proporciona resultados satisfatórios |
|---|