Os epigramas IG3 503 e 504: uma reavaliação

O objetivo do presente artigo é reunir e reavaliar a produção intelectual sobre os epigramas IG3 503/504, atribuídos a Simônides de Ceos, integrando os resultados obtidos pela Arqueologia, principalmente através da Epigrafia, àqueles da Filologia Clássica e da História. Um dos objetivos principais d...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Brose, Robert de
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2008
País:Brasil
Recursos:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Revista do Museu de Arqueologia e Etnologia (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/89838
Acesso em linha:https://revistas.usp.br/revmae/article/view/89838
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Epigraphy
Epigram
Classical Philology
Simonides
Marathon
Epigrafia
Epigrama
Filologia Clássica
Simônides
Maratona
Descrição
Resumo:O objetivo do presente artigo é reunir e reavaliar a produção intelectual sobre os epigramas IG3 503/504, atribuídos a Simônides de Ceos, integrando os resultados obtidos pela Arqueologia, principalmente através da Epigrafia, àqueles da Filologia Clássica e da História. Um dos objetivos principais deste artigo é demonstrar que a hipótese de que as inscrições tenham sido feitas por artesões distintos é insustentável e, a partir daí, avaliar como isso causa impacto em nossa idéia da natureza e função dos epigramas. Reforçar-se-á o caráter comemorativo, não-fúnebre, dos mesmos e demonstrar-se-á que eles não poderiam ter sido inscritos em um monumento a ser colocado no Cerâmico de Atenas. Por outro lado, aventar-se-á a possibilidade de as inscrições terem feito parte de um monumento de guerra ou oferenda votiva.