Crescimento de brotações de sibipiruna (Cenostigma pluviosum (DC.) Gagnon & G.P. Lewis) após poda

O crescimento de árvores urbanas no Brasil é pouco estudado e os que já existem permitem apenas aplicações para algumas espécies em determinadas condições ambientais. Dessa maneira, há a necessidade de maior esclarecimento quanto à resposta de outras espécies em contextos regionais específicos. Por...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Abreu, Rafaela Novaes de
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-09022023-171123
Acceso en línea:https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11150/tde-09022023-171123/
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Arborização viária
Brotação epicórmica
Electrical wiring
Epicormic shoots
Microclima
Microclimate
Rede de energia elétrica
Street tree
Descripción
Sumario:O crescimento de árvores urbanas no Brasil é pouco estudado e os que já existem permitem apenas aplicações para algumas espécies em determinadas condições ambientais. Dessa maneira, há a necessidade de maior esclarecimento quanto à resposta de outras espécies em contextos regionais específicos. Por isso, este estudo teve como objetivo descobrir se determinados fatores podem influenciar na velocidade que as brotações epicórmicas crescem após a poda de sibipirunas em conflito com a rede elétrica na cidade de Maringá - PR, relacionando ao crescimento fatores como microclima, área de canteiro, índice de área foliar (IAF), época e intensidade da poda, vigor da árvore e diâmetro à altura do peito (DAP). Para medir as brotações foi realizado um teste prévio para descobrir o método mais adequado, comparando valores reais obtidos de trenas convencionais com valores gerados por medição com laser e por medição em fotografias através do software ImageJ. O método digital de medição através do ImageJ mostrou-se estatisticamente o mais significativo. Após a seleção do melhor método para medição, foi solicitado o registro de podas realizadas pela Copel, utilizando-o como base para o planejamento da amostragem em campo. Com o objetivo de gerar um modelo capaz de explicar o crescimento das brotações, os dados foram analisados a partir da abordagem de ajuste e seleção de modelos. Foi construído um modelo com todas as variáveis, e para selecionar o que cotinha as variáveis que melhor explicavam a variação dos dados foi utilizado o critério de informação de Akaike (AIC), que selecionou o modelo que indica a existência de uma relação positiva entre o crescimento e o IAF, e que o crescimento é maior nos canteiros do tipo descontínuo. Essas duas variáveis que demonstraram possuir relação com o crescimento, explicam 19% da variação do ritmo do mesmo. Isso significa que o tipo de canteiro e o IAF são variáveis que ajudam a prever a velocidade de crescimento de brotações epicórmicas de sibipirunas após poda em Maringá - PR. A razão pela qual o modelo explica pouco sobre a variação de crescimento das brotações, pode ser resultado da existência de outras variáveis que estão influenciando o crescimento, mas que não foram avaliadas nesse estudo.