TÉCNICA E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL: O DEBATE ENTRE J. SEARLE E D. DENNETT
O debate entre J. Searle e D. Dennett acerca da possibilidade técnica de uma Inteligência artificial gira em torno de uma única questão: estados mentais expressam algo intrínseco, privado e subjetivo, experimentado em primeira-pessoa ou não passam de entidades obscurantistas, frutos da ignorância e,...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2014 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal do Piauí (UFPI) |
| Repositorio: | Pensando |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:periodicos.ufpi.br:article/3204 |
| Acceso en línea: | https://periodicos.ufpi.br/index.php/pensando/article/view/3204 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | fisicalismo técnica inteligência artificial John Searle Daniel Dennett |
| Sumario: | O debate entre J. Searle e D. Dennett acerca da possibilidade técnica de uma Inteligência artificial gira em torno de uma única questão: estados mentais expressam algo intrínseco, privado e subjetivo, experimentado em primeira-pessoa ou não passam de entidades obscurantistas, frutos da ignorância e, em princípio, reduzíveis à objetividade científica da neurociência? Searle defende a primeira tese, enquanto Dennett argumenta pela segunda. O texto expõe a posição de Dennett, a crítica de Searle e se direciona para uma nova solução, que defende um monismo integral, no qual mente e cérebro podem ser vistos como duas dimensões de uma mesma realidade. Nesse sentido, o projeto de Inteligência artifical precisará revisar o conceito de “físico” se quiser avançar em suas pretenções, incluindo nele conceitos hoje antagônicos como intencionalidade, liberdade e subjetividade. |
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