Teoria de perturbação causal para a eletrodinamica quantica em (2+1) dimensões
Utiliza-se o método indutivo de Epstein e Glaser para a construção da matriz S da eletrodinâmica quântica em (2+1) dimensões (QED3), ordem a ordem em teoria de perturbação, respeitando causalidade e invariância translacional. No espaço dos momentos, causalidade implica em relações de dispersão parag...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 1996 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Estadual Paulista (UNESP) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UNESP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.unesp.br:11449/132861 |
| Acceso en línea: | http://hdl.handle.net/11449/132861 http://www.athena.biblioteca.unesp.br/exlibris/bd/cathedra/06-01-2016/000027348.pdf |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Causalidade (Física) Eletrodinâmica quântica Particulas (Fisica nuclear) Causality (Physics) |
| Sumario: | Utiliza-se o método indutivo de Epstein e Glaser para a construção da matriz S da eletrodinâmica quântica em (2+1) dimensões (QED3), ordem a ordem em teoria de perturbação, respeitando causalidade e invariância translacional. No espaço dos momentos, causalidade implica em relações de dispersão paragráficos de “loop” e, se levada corretamente em conta, a teoria torna-se livre de divergências no ultra-violeta. Nesse contexto, demonstra-se que a QED3é uma teoria bem definida perturbativamente e livre de ambigüidades no que se refere à geração dinâmica de massa para o fóton. Discute-se também a estrutura da teoria na região do infravermelho |
|---|