Mary Montagu e a inoculação da varíola na Inglaterra no século XVIII
Quando pesquisamos o tema da inoculação na Inglaterra, encontramos menção a mais nomes masculinos do que à mulher com papel de destaque na disseminação desse procedimento. Trata-se de Mary Wortley Montagu (1689–1762), escritora e defensora desse método que ela conheceu no Império Otomano. Diante do...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Khronos |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/142399 |
| Acceso en línea: | https://revistas.usp.br/khronos/article/view/142399 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Mary Montagu Inoculation Smallpox Gender Orientalism Inoculação Varíola Gênero Orientalismo |
| Sumario: | Quando pesquisamos o tema da inoculação na Inglaterra, encontramos menção a mais nomes masculinos do que à mulher com papel de destaque na disseminação desse procedimento. Trata-se de Mary Wortley Montagu (1689–1762), escritora e defensora desse método que ela conheceu no Império Otomano. Diante do pouco destaque concedido a ela, a proposta deste artigo é apresentar a figura de Montagu, a sua história pessoal com a varíola, sua defesa do procedimento de inoculação na Inglaterra e a forte oposição sofrida por ela. Dentre os opositores, figuravam membros da Royal Society e do College of Physicians, que contribuíam certamente para alimentar a repulsa de Montagu em relação à categoria médica. |
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