Between the poem and the image: the concentration camp and the route through memory and language in Paul Celan and Didi-Huberman
Neste artigo, proponho a aproximação do poema “Engführung” (1958), do poeta Paul Celan, com o ensaio Cascas (2011 [2017]), do historiador de arte francês Georges Didi-Huberman, tomando como ponto de partida a ideia de percurso que atravessa ambas as obras. Para tanto, baseio-me nas leituras que Joac...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Pandaemonium Germanicum (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/187699 |
| Acceso en línea: | https://revistas.usp.br/pg/article/view/187699 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Paul Celan Georges Didi-Huberman Poesia Memória Linguagem Poetry Memory Language Gedicht Gedächtnis Sprache |
| Sumario: | Neste artigo, proponho a aproximação do poema “Engführung” (1958), do poeta Paul Celan, com o ensaio Cascas (2011 [2017]), do historiador de arte francês Georges Didi-Huberman, tomando como ponto de partida a ideia de percurso que atravessa ambas as obras. Para tanto, baseio-me nas leituras que Joachim Seng faz do poema de Celan (1992; 1998), nas quais lê “Engführung” como um trajeto do eu-poético pelo campo de concentração (Auschwitz) que é, ao mesmo tempo, campo da memória e linguagem. Em Cascas, Didi-Huberman relata o percurso da sua visita a Auschwitz, enfocando o papel do olhar na realização do trabalho da memória. Nesse sentido, ao posicionar lado a lado o poema e o ensaio, estes parecem apontar para modos de olhar e dizer Auschwitz que colocam para o leitor as tensões inerentes a este movimento, não se omitem desta tarefa ética e refletem criticamente a postura individual e coletiva diante da lacuna do testemunho e do que resta do campo de concentração. |
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