Panorama do comércio exterior brasileiro: evolução dos principais parceiros e produtos (1997-2020)

Este artigo apresenta um panorama do comércio exterior brasileiro entre 1997 e 2020, destacando a evolução das relações comerciais com os três principais parceiros e as exportações de cinco produtos: soja, milho, café, carne e frango. Em seguida, levanta a discussão sobre a reprimarização da pauta e...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Mesquita, Romeu Bonk, Merlo, Edgard Monforte, Gremaud, Amaury Patrick
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Cadernos PROLAM/USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/178485
Acceso en línea:https://revistas.usp.br/prolam/article/view/178485
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:International trade
Trade balance
Agribusiness
Commodities
Economic development
Comercio exterior
Balanza comercial
Agronegocio
Materias primas
Desarrollo económico
Comércio exterior
Balança comercial
Agronegócio
Desenvolvimento econômico
Descripción
Sumario:Este artigo apresenta um panorama do comércio exterior brasileiro entre 1997 e 2020, destacando a evolução das relações comerciais com os três principais parceiros e as exportações de cinco produtos: soja, milho, café, carne e frango. Em seguida, levanta a discussão sobre a reprimarização da pauta exportadora brasileira à luz das teorias de comércio exterior, questionando a recente tendência de interpretação de que a América Latina estaria regredindo ao modelo agroexportador. Os resultados revelam múltiplas tendências da economia e do comércio brasileiro: a participação do comércio exterior no PIB mostrou-se estável e baixa durante todo o período; o aumento da participação de produtos agroindustriais nas exportações não se refletiu em maior participação do agronegócio no PIB; o mercado doméstico consome parcelas significativas da produção dos produtos analisados; os produtos analisados apresentaram ganho de produtividade e de consumo doméstico. Assim, o artigo conclui que o Brasil possui características híbridas e não pode ser simplesmente caracterizado como uma economia agroexportadora, apesar da crescente importância que vem adquirindo o agronegócio no comércio exterior no contexto latino-americano. Por fim, sugere-se possibilidades de novos estudos para expandir a análise para a região da América Latina.