Análise de sobrevivência e germinação em plantios de Araucaria angustifolia derivado de mudas e sementes.

O bioma florestal mais característico do Sul do Brasil é a Floresta Ombrófila Mista, fortemente marcada pela presença da espécie Araucaria angustifolia. Entretanto, a exploração irracional e descontrolada desta espécie reduziu drasticamente sua área de ocorrência a 2% de sua área original. Assim, es...

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Detalhes bibliográficos
Autores: MARAN, J. C., ROSOT, M. A. D., RADOMSKI, M. I., KELLERMANN, B.
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2016
País:Brasil
Recursos:Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa)
Repositorio:Repositório Institucional da EMBRAPA (Repository Open Access to Scientific Information from EMBRAPA - Alice)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.alice.cnptia.embrapa.br:doc/1066529
Acesso em linha:http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1066529
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Predação
Paraná pine nuts
Araucaria angustifolia
Pinheiro do Paraná
Espécie nativa
Fauna
Pinhão
Predation
Descrição
Resumo:O bioma florestal mais característico do Sul do Brasil é a Floresta Ombrófila Mista, fortemente marcada pela presença da espécie Araucaria angustifolia. Entretanto, a exploração irracional e descontrolada desta espécie reduziu drasticamente sua área de ocorrência a 2% de sua área original. Assim, esforços devem ser feitos para auxiliar e promover sua regeneração natural, visando a sua preservação e o uso sustentável de seus recursos econômicos. Com o objetivo de avaliar a germinação, sobrevivência e predação de mudas e sementes de Araucaria angustifolia foi implantado um experimento em delineamento inteiramente casualizado, no qual foram investigados os efeitos de dois fatores com dois níveis cada (tipo de plantio: puro/ misto; material plantado: mudas/sementes), com três repetições, perfazendo um total de quatro tratamentos. Após 14 meses restaram 17% das covas ocupadas por mudas e 14% das ocupadas por pinhões; 60% das sementes germinadas foram consumidas pela fauna; o percentual de sobrevivência médio das mudas foi de 41,1% no plantio puro e de 20,0% no plantio misto. No tratamento misto, as perdas de sementes, devido à ação fauna, foram menores (42,2%) quando comparadas ao tratamento puro (68,9%); o contrário foi válido no caso das mudas.