Retratos da solidão: sofrimentos e moralidades femininas na velhice
Durante os anos 1970, um conjunto de dançarinas sensuais, as chacretes, ganhou destaque na televisão. Este artigo analisa a trajetória de vida da primeira geração dessas mulheres, hoje com mais de 60 anos de idade. O objetivo desta pesquisa etnográfica é debater suas experiências de solidão. Tal emo...
| Autor: | |
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2015 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal de Goiás (UFG) |
| Repositorio: | Sociedade e cultura (Goiânia, Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.revistas.ufg.br:article/36874 |
| Acesso em linha: | https://revistas.ufg.br/fcs/article/view/36874 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | gênero sexualidade envelhecimento solidão mundo artístico. |
| Resumo: | Durante os anos 1970, um conjunto de dançarinas sensuais, as chacretes, ganhou destaque na televisão. Este artigo analisa a trajetória de vida da primeira geração dessas mulheres, hoje com mais de 60 anos de idade. O objetivo desta pesquisa etnográfica é debater suas experiências de solidão. Tal emoção é uma temática constante e, ao mesmo tempo, quase ausente na literatura especializada sobre o envelhecimento. Tal paradoxo se impõe porque enquanto se valorizaram estudos sobre a “vida ativa” dos idosos, a solidão emergiu como tema a ser confrontado, portanto pouco pesquisado. Assim, este texto procura contribuir para uma etnografia da solidão feminina na velhice. Estar sozinha faz sentido a partir de determinadas condições sociais específicas, principalmente quando se notam certos marcadores sociais da diferença, como idade, gênero, sexualidade e classe diretamente articulados a tal vivência emocional. |
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