E se esse sonho fosse nosso? Cosmocomposições: movendo mundos em danças
Esta tese tem como principal objetivo investigar modos de composição coletivas a partir da improvisação em dança, e provocadas pelos sonhos. Para isso, relata e reflete sobre sete experiências - de oficinas, residências e aulas conduzidas por mim ao longo dos últimos cinco anos - analisando suas met...
| Autor: | |
|---|---|
| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal da Bahia (UFBA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFBA |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufba.br:ri/42113 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufba.br/handle/ri/42113 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Dança Sonhos Improvisação Composição Coletivo Dance Dreams Improvisation Composition Collective |
| Sumario: | Esta tese tem como principal objetivo investigar modos de composição coletivas a partir da improvisação em dança, e provocadas pelos sonhos. Para isso, relata e reflete sobre sete experiências - de oficinas, residências e aulas conduzidas por mim ao longo dos últimos cinco anos - analisando suas metodologias e desdobramentos. As práticas se apoiam na experiência dos sonhos noturnos como possibilidade de re-imaginar mundos e criações em dança. A Prática como Pesquisa - PaR (Fernandes; Scialom, 2022) é a metodologia que embasa a tese. O intuito da pesquisa foi indicar maneiras plurais de propor composições, a partir de conteúdos provenientes de saberes sobre os sonhos, conversando principalmente com Davi Kopenawa e Bruce Albert (2015), Hanna Limulja (2022), Sidarta Ribeiro (2019, 2022), Arnold Mindell (1993), Carlos Castañeda (1993) e Robert Moss (1996). Buscou-se também promover um diálogo com artistas improvisadoras do Brasil – Bárbara Santos, Gabriela Santana e Marcela Felipe - de modo a identificar diferentes pensamentos e práticas realizadas no país, visibilizando principalmente especificidades de danças afro-indígenas. A pesquisa expande a noção de dramaturgia na dança, elaborando o termo cosmo(com)posição para abordar danças não coloniais, e modos pluriperspectivistas de realizar uma criação coletiva, propondo relações com o campo da improvisação e de filosofias afro-indígenas a partir de Denetém Touam Bona (2020); Antonio Bispo (2021); Oyèrónkẹ́ Oyěwùmí (2002); e Flor Guerreira Pataxó (2022). |
|---|