Vigilância de síndrome febril exantemática: estudo descritivo de casos com anticorpos da classe IgM contra o sarampo, Estado de São Paulo, 2000 a 2004
Objetivo: Descrever os casos de síndrome febril exantemática, identificados no estado de São Paulo entre 2000 e 2004, visando identificar possíveis resíduos de fonte de infecção do sarampo. Métodos: Estudo descritivo. As definições são as utilizadas pelo Plano de Eliminação do Sarampo. O estudo incl...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2007 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-29112007-105037 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/6/6132/tde-29112007-105037/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Eliminação Elimination Febrile exanthematic syndrome Measles Sarampo Síndrome febril exantemática Surveillance Vigilância |
| Sumario: | Objetivo: Descrever os casos de síndrome febril exantemática, identificados no estado de São Paulo entre 2000 e 2004, visando identificar possíveis resíduos de fonte de infecção do sarampo. Métodos: Estudo descritivo. As definições são as utilizadas pelo Plano de Eliminação do Sarampo. O estudo incluiu casos notificados à vigilância da síndrome febril exantemática apresentando anticorpos IgM para sarampo pelas técnicas de ELISA e/ou ELISA de captura. Descreveram-se os aspectos clínicos e epidemiológicos segundo características de tempo, espaço e pessoa. Resultados: Estudaram-se 463 casos possíveis de sarampo; 64,1% e 29,8% foram classificados, respectivamente, como casos expostos e não expostos à vacina; 15,3% apresentaram clínica específica para sarampo e 12,1% apresentaram complicações. Os grupos etários mais representados foram: 9 a 11 meses (36,5%), um ano (32,8%) e cinco anos ou mais (15,2%). A distribuição no espaço e no tempo não sugere a ocorrência de casos relacionados entre si. Entre o final de 2000 e o início de 2002, os casos não expostos à vacina mantiveram-se em patamares elevados, coincidindo com a identificação de dois casos importados de sarampo. Conclusão: as limitações do estudo não permitem análises conclusivas a respeito da circulação do vírus do sarampo no estado de São Paulo, mas o estudo aponta para a necessidade da investigação exaustiva de possíveis resíduos de fontes de infecção entre: menores de nove meses, primo vacinados contra o sarampo abaixo de 10 meses, mulheres em idade fértil e casos não expostos à vacina contra o sarampo. |
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