Emprego de membrana de celulose microfibrilar na ceratoplastia lamelar em coelhos (O. cuniculus, Linnaeus, 1758): aspectos clínicos, morfológicos e imunoistoquimicos

Avaliaram-se descritivamente, à clínica, à histopatologia e à imunoistoquímica (ki 67- marcador de proliferação celular) os resultados, da cicatrização da córnea, após ceratoplastias lamelares com membrana de celulose microfibrilar em coelhos. Para tal, utilizaram-se 30 coelhos , distribuídos em 5 g...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Macedo, Luciana Ricciardi [UNESP]
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2008
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/89038
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/11449/89038
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Lamellar keratoplasty
Rabbits
Immunohistochemistry
Membrane of cellulose
Morphology
Coelho
Cirurgia veterinaria
Córnea
Morfologia
Ceratoplastia lamelar
Imuno-histoquímica
Membrana de celulose
Descripción
Sumario:Avaliaram-se descritivamente, à clínica, à histopatologia e à imunoistoquímica (ki 67- marcador de proliferação celular) os resultados, da cicatrização da córnea, após ceratoplastias lamelares com membrana de celulose microfibrilar em coelhos. Para tal, utilizaram-se 30 coelhos , distribuídos em 5 grupos de 6 animais, avaliados por até 60 dias de pós operatório. A avaliação clínica revelou manifestações moderadas de edema, blefaroespasmos, fotofobia desde o segundo dia, evoluindo para formas discretas ou ausentes a partir do sétimo dia, onde observou-se clinicamente o reparo do defeito da córnea. A histopatologia revelou uma fina camada de células escamosas, recobrindo totalmente a área lesada, aos sete dias, e com leve infiltrado de células polimorfonucleares. Observou-se a presença de vasos no epitélio a partir do 15º dia , com regressão aos 48º dias .A imunoistoquímica mostrou aumento de células em proliferação aos 15 dias no epitélio (p= 0,049) e aos trinta dias no estroma (p= 0,042). Frente aos resultados obtidos, há como admitir que mesmo com o defeito corneal concluído, aos sete dias, o sistema de defesa celular ainda se manteve ativo, pois a proliferação celular no epitélio se mostrou mais intensa aos 15 dias de observação ,conforme demonstrado imunoistoquimicamente. Onde nesse período ocorreu remodelamento e adesão epitelial da córnea, características satisfatórias em ceratoplastia lamelar em coelhos .