A revolução tem o rosto de camponês? "Um estudo de caso da participação ativa das mulheres na irrigação Paramo venezuelano

Na Venezuela, a participação das mulheres nos processos de tomada de decisão tem sido aprofundado pela revolução bolivariana. Embora tenha sido demonstrado que as alterações legislativas têm feito para envolver as...

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Detalhes bibliográficos
Autores: Caretta, Martina Angela, Cadena Montero, Gloria Yulier, Sulbarán, Luisana, Sandoval, Rafael
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2015
País:Brasil
Recursos:Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG)
Repositorio:Revista Latino-americana de Geografia e Gênero
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:uepg.br:article/7085
Acesso em linha:https://revistas.uepg.br/index.php/rlagg/article/view/7085
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Comité de riego
Consejos Comunales
Páramo Andino
Venezuela
Participación
Descrição
Resumo:Na Venezuela, a participação das mulheres nos processos de tomada de decisão tem sido aprofundado pela revolução bolivariana. Embora tenha sido demonstrado que as alterações legislativas têm feito para envolver as mulheres nas áreas urbanas, não há estudos sobre contrapartes rurais. Este artigo é um primeiro passo para resolver essa lacuna científica. Foram usados ​​para este metodologias qualitativas e de gênero para determinar a participação das mulheres na organização espacial do sistema econômico-produtivo Mixteque, município do Rangel, Mérida, Venezuela. Os resultados mostram que, enquanto as mulheres são os gestores primárias do Conselho Comum, é a participação passiva em processos de produção de tomada de decisão. De fato, o Comitê de Irrigação é composta principalmente de homens, controlando, portanto, a atividade econômica, dominante: a agricultura. Ele também destaca que, embora as relações patriarcais estão mudando em algumas famílias, o nível organizacional comunidade estabeleceu uma divisão de trabalho produtivo e reprodutivo entre homens e mulheres. Nosso estudo reafirma que a Venezuela é um caso especial em termos de vontade de participação feminina e confirma que a paridade de gênero tem melhorado. Mas acima de tudo, mostra que os agricultores andinos venezuelanas não são diferentes do Equador, do Peru e da Bolívia: no acesso directo a espaços de participação para a tomada de decisão sobre a água. A presente pesquisa sobre essas dinâmicas é inédito no estudo geográfico da Venezuela, e servirá para ilustrar a forma como os novos processos organizacionais venezuelanos poderia - se pudessem - mudar os papéis de gênero.