Eça de Queiroz sob a óptica machadiana

Constantino Paleólogo, no livro Eça de Queiroz e Machado de Assis, focaliza a ilegitimidade da filiação de Eça. Segundo alguns estudiosos este fato marcou intensamente o escritor, e Paleólogo diz que “o fio condutor da criação literária de Eça está no impulso do incesto”, embora ele tenha finalmente...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Hill, Telenia
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2011
País:Brasil
Institución:Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)
Repositorio:Navegações (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.revistaseletronicas.pucrs.br:article/8436
Acceso en línea:https://revistaseletronicas.pucrs.br/navegacoes/article/view/8436
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Incesto
Realismo
Romance
Títere
Luíza
Descripción
Sumario:Constantino Paleólogo, no livro Eça de Queiroz e Machado de Assis, focaliza a ilegitimidade da filiação de Eça. Segundo alguns estudiosos este fato marcou intensamente o escritor, e Paleólogo diz que “o fio condutor da criação literária de Eça está no impulso do incesto”, embora ele tenha finalmente conseguido libertar-se. Focalizando Crítica Literária de Machado de Assis, vai-se refletir sobre o artigo “O primo Basílio”. Para Machado, O primo Basílio, apesar de algumas restrições, é que se constatou como a verdadeira estreia de Eça no romance. Reconhecendo em Eça um verdadeiro homem de letras, por sua própria condição de crítico e admirador, procura ser justo quando focaliza “as doutrinas e práticas, do ponto de vista do romance realista”.