RESULTADOS DA REABILITAÇÃO FONOAUDIOLÓGICA PÓS IMPLANTE COCLEAR EM UMA CRIANÇA COM SÍNDROME DE DOWN
O objetivo da presente pesquisa, foi identificar a contribuição da terapia fonoaudiológica no processo de reabilitação pós cirurgia de implante coclear em uma criança com Síndrome de Down. Desta forma a pesquisa se caracteriza como um estudo de caso do tipo qualitativa, exploratória, descritiva, cor...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Centro Universitário de Maringá (UNICESUMAR) |
| Repositorio: | Repositório Digital Unicesumar |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:rdu.unicesumar.edu.br:123456789/1740 |
| Acceso en línea: | http://rdu.unicesumar.edu.br/handle/123456789/1740 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Implante Coclear Reabilitação Síndrome de Down |
| Sumario: | O objetivo da presente pesquisa, foi identificar a contribuição da terapia fonoaudiológica no processo de reabilitação pós cirurgia de implante coclear em uma criança com Síndrome de Down. Desta forma a pesquisa se caracteriza como um estudo de caso do tipo qualitativa, exploratória, descritiva, correlacional e explicativa. A obtenção dos dados e a suas analises aconteceram em um contexto de situações interativas, envolvendo a terapeuta e a criança com o implante coclear, em momentos de conversação, estimulação e habilitação, propostas durante as sessões de terapia fonoaudiológica. Com base nas analises, concluiu a importância das sessões fonoaudiológicas, que estimulam as habilidades auditivas, bem como a aquisição e desenvolvimento da linguagem oral, levando em consideração o sujeito, sua subjetividade e o contexto ao qual faz parte. Enfatizando a relevância de se atribuir um papel dentro da interação ao sujeito, para que ele possa interagir e ser compreendido, estimulando-o a ter vontade de participar ativamente deste processo. Pois realizar a cirurgia de implante coclear e não estimular, não traz resultados satisfatórios, para sujeito com deficiência auditiva profunda associada ao atraso cognitivo da Síndrome de Down, como é o caso da criança estudada. No início, o sujeito não sabia o que era ouvir e primeiro precisou ser trabalhado as habilidades auditivas, para desenvolver a audição e dar um significado para este estímulo sonoro e posteriormente compreender o som e a produção dos fonemas que compõem a sua língua, ou seja, a linguagem oral. |
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