Dano seletivo no córtex orbitofrontal em ratos não interfere na aquisição de uma tarefa de escolha intertemporal nem no seu desempenho quando adquirida previamente a lesão
O córtex orbitofrontal é apontado como uma estrutura fundamental para a tomada de decisão baseada em valor. Acredita-se que sua função envolva a valoração de recompensas a partir da integração de informações sensoriais e memória, a fim de comparar custos e benefícios. Resultados conflitantes sobre o...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2018 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-20092018-105312 |
| Acceso en línea: | http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/41/41135/tde-20092018-105312/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Córtex Orbitofrontal Decision making Escolha Intertemporal Intertemporal choice Orbifrontal cortex Tomada de Decisão |
| Sumario: | O córtex orbitofrontal é apontado como uma estrutura fundamental para a tomada de decisão baseada em valor. Acredita-se que sua função envolva a valoração de recompensas a partir da integração de informações sensoriais e memória, a fim de comparar custos e benefícios. Resultados conflitantes sobre os efeitos da lesão do córtex orbitofrontal em tarefas de escolha intertemporal geram questionamentos sobre o nível de especialização de sua função. O presente estudo almeja testar a hipótese de que a participação do córtex orbitofrontal no desempenho de tarefa de escolha intertemporal depende da experiência dos animais com a tarefa em relação ao momento da lesão. Para isto foi utilizada uma tarefa de escolha intertemporal em que os animais deveriam escolher entre dois reforços distintos, um deles menor e entregue imediatamente após a resposta, e o outro maior porém entregue após um determinado tempo de espera após a resposta. Foram incluídos quatro grupos, dois experimentais envolvendo lesão neurotóxica do córtex orbitofrontal e dois controle-operados submetidos a procedimentos idênticos, exceto pela indução de lesão (os grupos controle foram, posteriormente a análises dos resultados comportamentais e constatada ausência de diferença, fundidos num único grupo controle). Um grupo experimental e um correspondente grupo controle foram submetidos a neurocirurgia antes da exposição a 15 sessões de treino na tarefa. Um outro grupo experimental e seu correspondente controle foram submetidos a treinamento similar, porém, depois da neurocirurgia. Posteriormente, todos os animais foram submetidos a 10 sessões adicionais de treino na mesma tarefa e, a seguir, a outras 10 sessões de treino de reversão, em que os locais previamente associados aos esquemas de reforço foram invertidos. Os resultados revelaram que todos os grupos se comportaram de maneira semelhante nas diferentes fases experimentais, independente do momento de realização da lesão ou mesmo da própria lesão, indicando que o córtex orbitofrontal intacto não é necessário para a aquisição e o desempenho da tarefa de escolha intertemporal. Esses resultados levam a conclusão de que danos seletivos do córtex orbitofrontal não geram prejuízos no desempenho de escolhas intertemporais |
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