SALAMA, Pierre. ¿La tormenta em América Latina Hacia donde van las economias de la región?. 1 ª Ed. Jalisco – México: Universidad de Guadalajara; El Colegio de La Frontera Norte, 2016, 335p.

O autor nos chama ao contexto da ampla “problemática” da globalização, a fim de contribuir para esclarecer e nortear alternativas ao imbróglio. A globalização tem se mostrado o argumento de encaixe perfeito para justificar a eclosão e persistência das crises econômicas mundiais nos últimos anos, em...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Nunes, Adriana, Batalha, Eryck de Jesus Furtado, Ribeiro, Domingos Antonio
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Pará (UFPA)
Repositorio:Novos Cadernos NAEA (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.periodicos.ufpa.br:article/6459
Acceso en línea:https://periodicos.ufpa.br/index.php/ncn/article/view/6459
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:(globalização; crise; América Latina; desindustrialização; reprimarização)
Descripción
Sumario:O autor nos chama ao contexto da ampla “problemática” da globalização, a fim de contribuir para esclarecer e nortear alternativas ao imbróglio. A globalização tem se mostrado o argumento de encaixe perfeito para justificar a eclosão e persistência das crises econômicas mundiais nos últimos anos, em especial na América Latina.O destaque da análise realizada por Pierre Salama, entretanto, está em desmontar tal tese, mostrando capítulo a capítulo que, apesar da importância das transformações concernentes ao processo de globalização – que torna a crise atual distinta de todas as anteriores – este não está sozinho, mas divide protagonismo com a ausência de políticas industriais e com a imobilidade de mudanças que deveriam ultrapassar soluções de ordem técnico-econômicas, demandando reformas estruturais próprias de uma ruptura política para estarem á altura desta “nova crise”. O autor explica e demonstra, por meio de um amplo conjunto de dados e concatenações que a globalização seria, por sua vez, um conjunto de oportunidades novas que podem resultar favoráveis ou desfavoráveis de acordo com as políticas que os governos adotam (SALAMA, 2016:13).