Análise da variação no número dos casos de melanoma maligno e de outras neoplasias malignas da pele em todas as regiões do Brasil no período de 2015 até 2022

O câncer pode ser definido por um conjunto de mutações imprevisíveis sofridas por células do organismo. Três tipos de neoplasias malignas são as principais responsáveis pelo número alarmante de casos de câncer de pele. As formas mais comuns e com maior taxa de cura são os Carcinoma Espinocelular e C...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Luz, Renata Garcez da, Nobre , Leandra Ferreira Marques, Corrêa, Amanda Sarmento, Ferrandin, Rafaela Röhl, Matos, Silvia Regina Seibel de, Moscal, Aline Pedroso
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2023
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI)
Repositorio:Research, Society and Development
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/41967
Acceso en línea:https://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/41967
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Skin cancer
Melanoma
Squamous cell carcinoma
Basal cell carcinoma
Pandemic
Regionalization.
Câncer de pele
Carcinoma espinocelular
Carcinoma basocelular
Pandemia
Regionalização.
Cáncer de piel
Carcinoma de células escamosas
Carcinoma de células basales
Regionalización.
Descripción
Sumario:O câncer pode ser definido por um conjunto de mutações imprevisíveis sofridas por células do organismo. Três tipos de neoplasias malignas são as principais responsáveis pelo número alarmante de casos de câncer de pele. As formas mais comuns e com maior taxa de cura são os Carcinoma Espinocelular e Carcinoma Basocelular, já o tipo mais agressivo e com altas taxas de disseminação metastática é denominado melanoma. O objetivo dessa pesquisa é uma análise epidemiológica dos anos de 2015 até 2022, sobre o melanoma maligno cutâneo e outras neoplasias malignas da pele em todas as regiões do Brasil. O estudo é descritivo e quantitativo, com dados coletados da plataforma online DATASUS. Os resultados demonstraram que o Sul é a região com mais casos de melanoma e de outras neoplasias malignas da pele a cada 100 mil habitantes. Outro resultado de destaque, é o alto número de diagnósticos de câncer de pele no período da pandemia, tendo uma redução de apenas 24,42% no ano do ápice da pandemia, mas os casos diagnosticados no período pandêmico ainda são maiores que a soma de todos os diagnósticos nos anos de 2015 até 2018. Sendo assim, conclui-se que o grande número de casos diagnosticados de câncer de pele se deve a campanhas de conscientização, acesso ao especialista e implementação de um banco de dados online e efetivo. No entanto, os diagnósticos de melanoma no estadiamento 4 são alarmantes e necessitam de medidas que promovam um diagnóstico em fases precoces da doença.