Biografia e ficção: a dimensão lúdica n' As Batalhas do Caia, de Mário Cláudio
Estudo de As Batalhas do Caia (1995), romance de Mário Cláudio, em que retoma o idealizado e nunca realizado romance A Batalha do Caia, de Eça de Queirós, além de ficcionalizar a biografia do escritor do século XIX. Análise sobre a permanência de traços de uma estética barroca nesta obra, sobretudo,...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2012 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal Fluminense (UFF) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da Universidade Federal Fluminense (RIUFF) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:app.uff.br:1/11008 |
| Acesso em linha: | https://app.uff.br/riuff/handle/1/11008 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Ficção portuguesa contemporânea Mário Cláudio As Batalhas do Caia Neobarroco Jogo e morte Ficção portuguesa Cláudio, Mário, 1941- As batalhas do Caia Contemporary Portuguese fiction Neo-Baroque Game and death |
| Resumo: | Estudo de As Batalhas do Caia (1995), romance de Mário Cláudio, em que retoma o idealizado e nunca realizado romance A Batalha do Caia, de Eça de Queirós, além de ficcionalizar a biografia do escritor do século XIX. Análise sobre a permanência de traços de uma estética barroca nesta obra, sobretudo, no que se refere aos elementos do jogo e da morte. Desse modo, optamos por designar a obra como pertencente a uma estética Neobarroca, em consonância com o direcionamento teórico de Omar Calabrese, em A Idade Neobarroca (1987), entre outros autores, tais como, Severo Sarduy, Afonso Ávilla e José Antonio Maravall. Discussão sobre as estratégias narrativas utilizadas por Mário Cláudio, em especial, a biografia e a intertextualidade, na configuração de um texto que oscila entre o real e o fictício, estabelecendo a relativização dos gêneros e do poder autoral. No sentido de melhor entender essas artimanhas, trouxemos as leituras teóricas de Antoine Compagnon, Mikhail Bakhtin, Philippe Lejeune, Umberto Eco, entre outros de igual relevância. Reflexões sobre as marcas da morte que percorrem o texto como elementos que estruturam uma construção alegórica para a história, destacando suas aproximações com a alegoria do drama barroco, analisada por Walter Benjamin em Origem do Drama Barroco Alemão (1984). Ainda sob esse aspecto, discutiremos a doença e morte de Eça de Queirós e sua relação especular com a suposta invasão de Portugal no fictício romance do escritor |
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