Efeitos da ordem de pré-ativação dos músculos antagonistas nas respostas neuromusculares dos extensores do joelho

Contextualização: A pré-ativação de músculos antagonistas é utilizada em diferentes modalidades de exercício e em diferentes protocolos de reabilitação neuromuscular, porém suas respostas ainda são controversas. Objetivo: Verificar o impacto de duas diferentes estratégias de pré-ativação de músculos...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Carregaro, Rodrigo L., Cunha, Rafael R., Cardoso, Jefferson R., Pinto, Ronei Silveira
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2011
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Repositorio:Repositório Institucional da UFRGS
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.lume.ufrgs.br:10183/61903
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/10183/61903
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Eletromiografia
Força muscular
Reabilitação
Electromyography
Resistance training
Dynamometer
Muscle strength
Rehabilitation
Movement
Descripción
Sumario:Contextualização: A pré-ativação de músculos antagonistas é utilizada em diferentes modalidades de exercício e em diferentes protocolos de reabilitação neuromuscular, porém suas respostas ainda são controversas. Objetivo: Verificar o impacto de duas diferentes estratégias de pré-ativação de músculos antagonistas no desempenho neuromuscular e na atividade eletromiográfica dos extensores do joelho. Métodos: Quinze homens sadios (23,9±4,2 anos; 1,78±0,08 m e 81,4±10,7 kg) realizaram, em dias distintos, dois protocolos de ações musculares isocinéticas com quatro séries de dez repetições a 60°.s-1 e intervalo de 1 minuto entre séries: 1) contração recíproca (CR): exercício concêntrico recíproco de antagonistas/agonistas (uma repetição de flexão do joelho [FJ] imediatamente seguida por uma de extensão do joelho [EJ]) e 2) supersérie (SS): exercício concêntrico alternado dos antagonistas/agonistas (dez repetições de FJ seguidas por dez de EJ). Utilizou-se a ANOVA para medidas repetidas com teste post-hoc LSD (Least-significant diference) para verificar a diferença entre protocolos. Resultados: Não houve diferença significante (p>0,05) entre protocolos para o pico de torque (PT) e trabalho total (Tt). Em relação ao Tt, o protocolo SS apresentou quedas significantes nas duas últimas séries (p<0,05) enquanto, no CR, a queda ocorreu apenas na última série de exercício. Não houve diferenças no Root Mean Square (RMS) entre protocolos, mas o padrão de ativação foi mais uniforme durante o CR. Conclusão: Os resultados indicaram que a queda na força muscular não é influenciada pelas diferentes formas de pré-ativação da musculatura antagonista, no entanto parece que a utilização de CR permite uma melhor manutenção do volume de treinamento.