Relatos ecobio/gráficos de amozades: a terminologia como poética do pensamento e as literaturas subterrâneas / Eco-bio/graphic accounts of amozades: terminology as poetics of thought and underground literatures
O objetivo deste artigo é discutir a terminologia relato ecobio/gráfico na pesquisa (auto)biográfica em educação. Partimos do pressuposto de que pensar e repensar a terminologia seria um momento poético, como sugere Agamben, quando escreve que “As questões terminológicas são importantes na filosofia...
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| Formato: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Instituto Superior de Educação Vera Cruz (VeraCruz) |
| Repositorio: | Revista Veras |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/45923 |
| Acesso em linha: | https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/45923 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | literaturas subterrâneas biografização formação de si letramento artístico-literário. |
| Resumo: | O objetivo deste artigo é discutir a terminologia relato ecobio/gráfico na pesquisa (auto)biográfica em educação. Partimos do pressuposto de que pensar e repensar a terminologia seria um momento poético, como sugere Agamben, quando escreve que “As questões terminológicas são importantes na filosofia. Como disse uma vez um filósofo pelo qual tenho o maior respeito, a terminologia é o momento poético do pensamento” (AGAMBEN, 2009, p. 27). O trabalho, fruto da tese de doutorado intitulada “Formação-artista e territórios existenciais: biografização, escrita e experiência”, defendida em 2016 no Programa de Pós Graduação em Educação. Faculdade de Educação/UFC, cujo objetivo foi compreender, a partir da figuração de si nos relatos biográficos sobre como agentes sociais que não “dependem” do mercado editorial – a “ordem mercadológica dos livros” – para fazerem circular seus trabalhos artístico-literários formam-se “escritores/as” (processo de subjetivação, imersão de territórios existenciais). Tratava-se de evidenciar uma caudalosa produção de literaturas subterrâneas que banham e escorrem em bares, ruas, bosques, centros culturais, dentre outras zonas de encontro e partilha. Utilizando-me de referenciais do campo da pesquisa biográfica em educação (DELORY-MOMBERGER, 2008,2012, PINEAU, 2006; PASSEGGI, 2011, dentre outros), este artigo buscou discutir e justificar a terminologia utilizada em nossa pesquisa: relato eco/biográfico, uma vez que os relatos produzidos por nossos interlocutores de pesquisa sempre apontavam para relações de amozades (amor e amizade) construídas em suas andanças e perambulações artístico-literárias pelo mundo, construindo assim seus territórios existenciais/identitários. |
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