| Sumario: | O imaginário contrapõe-se à realidade. A televisão apresenta corpos que ilustram marcas com linguagens específicas. Uma proliferação de componentes subjetivos desmembrou os espaços de referências do corpo biocultural. Este, duplicado, predispõe-se a aceitar a narrativa da estética visual televisiva e, seduzido, reterritorializa a subjetividade. Isto é, ao aceitar o que se lhe oferece, não nega ao tato “a especialidade no sentido”, e toda uma justificativa responde ao ato consumista, correspondendo à linguagem provocada na imagem publicitária. Um hiato à intensidade do acontece aqui faz o intercâmbio com atitudes para o consumo e o comportamento. Ler e procurar interações entre o corpo biocultural e os espaços construídos nos “campos de virtualidade” talvez possa servir, pedagogicamente, à reflexão sobre as relações dos afetos constituídos por atitudes e atos subjetivos.
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