Corpo, mídia e colonização do imaginário

O imaginário contrapõe-se à realidade. A televisão apresenta corpos que ilustram marcas com linguagens específicas. Uma proliferação de componentes subjetivos desmembrou os espaços de referências do corpo biocultural. Este, duplicado, predispõe-se a aceitar a narrativa da estética visual televisiva...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Gomes, José Luiz Ribeiro
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2008
País:Brasil
Institución:Universidade Católica de Brasília (UCB)
Repositorio:Comunicologia
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.portalrevistas.ucb.br:article/865
Acceso en línea:https://portalrevistas.ucb.br/index.php/RCEUCB/article/view/865
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Corpo. Imagem. Publicidade. Imaginário. Educação
Descripción
Sumario:O imaginário contrapõe-se à realidade. A televisão apresenta corpos que ilustram marcas com linguagens específicas. Uma proliferação de componentes subjetivos desmembrou os espaços de referências do corpo biocultural. Este, duplicado, predispõe-se a aceitar a narrativa da estética visual televisiva e, seduzido, reterritorializa a subjetividade. Isto é, ao aceitar o que se lhe oferece, não nega ao tato “a especialidade no sentido”, e toda uma justificativa responde ao ato consumista, correspondendo à linguagem provocada na imagem publicitária. Um hiato à intensidade do acontece aqui faz o intercâmbio com atitudes para o consumo e o comportamento. Ler e procurar interações entre o corpo biocultural e os espaços construídos nos “campos de virtualidade” talvez possa servir, pedagogicamente, à reflexão sobre as relações dos afetos constituídos por atitudes e atos subjetivos.