Tecnologias sociais hídricas e mitigação sobre os efeitos da insegurança hídrica no semiárido nordestino

Baseada em políticas de convivência com a seca, as tecnologias sociais hídricas representadas por cisternas de placas são uma das principais estratégias de conivência com a seca no Semiárido Nordestino. Nesse contexto, tendo como lócus a comunidade de Porto do Carão, no município de Pendências/RN, e...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Silva, Maria Jaíne Ramos da, Peixoto, Filipe da silva, Guedes, Josiel de Alencar, Pereira, Tayline Cordeiro
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2024
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Roraima (UFRR)
Repositorio:Acta Geográfica (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:oai.revista.ufrr.br:article/8094
Acceso en línea:http://revista.ufrr.br/actageo/article/view/8094
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:semiárido brasileiro
Escassez Hídrica
Acesso à água
Insegurança Hídrica
Descripción
Sumario:Baseada em políticas de convivência com a seca, as tecnologias sociais hídricas representadas por cisternas de placas são uma das principais estratégias de conivência com a seca no Semiárido Nordestino. Nesse contexto, tendo como lócus a comunidade de Porto do Carão, no município de Pendências/RN, este trabalho buscou analisar a contribuição das cisternas de placas para a segurança hídrica domiciliar. A insegurança hídrica domiciliar foi diagnosticada por meio da aplicação de questionários estruturados com perguntas objetivas. As questões foram estruturadas segundo as dimensões analisadas pela ONU (2010) e Jepson (2014). Por sua vez, as cisternas foram mapeadas e identificadas segundo as ações de convivência com o semiárido. As cisternas são provenientes dos Programas “Um Milhão de Cisternas (P1MC)” e do “Uma Terra e Duas Águas (P1+2)” tendo função complementar ou alternativa ao sistema de abastecimento marcado por constantes intermitências, e falta de condições de potabilidade sem monitoramento da qualidade ou tratamento prévio. As cisternas têm contribuído como efeito amenizador da insegurança hídrica, no entanto, há necessidade de articular a sua implementação com acompanhamento e manutenção das estruturas e melhorias no sistema de abastecimento, principalmente quanto a segurança e disponibilidades de fontes hídricas.