Ultrassonografia transcraniana em cães adultos hígidos: padronização da técnica, aspectos anatômicos e biométricos

Com este trabalho objetivou-se correlacionar a ultrassonografia transcraniana com a anatomia encefálica, confeccionar um atlas com cortes anatômicos do encéfalo, à similitude dos planos de varredura ultrassonográficos, identificando e mensurando nas imagens as estruturas encefálicas visibilizadas, p...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Cintra, Thassila Caccia Feragi [UNESP]
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2011
País:Brasil
Institución:Universidade Estadual Paulista (UNESP)
Repositorio:Repositório Institucional da UNESP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.unesp.br:11449/89069
Acceso en línea:http://hdl.handle.net/11449/89069
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Cão
Ultrassonografia
Encéfalo
Dog
Ultrasonography
Brain
Descripción
Sumario:Com este trabalho objetivou-se correlacionar a ultrassonografia transcraniana com a anatomia encefálica, confeccionar um atlas com cortes anatômicos do encéfalo, à similitude dos planos de varredura ultrassonográficos, identificando e mensurando nas imagens as estruturas encefálicas visibilizadas, para padronizar dimensões em cães mesaticéfalos. Foram utilizados 37 cães adultos, hígidos, sem raça definida, sendo 30 in vivo e sete cadáveres. Nos cadáveres, após varredura, as cabeças foram removidas e seccionadas em planos anatômicos à similitude dos planos ultrassonográficos. Nos animais in vivo a identificação e as mensurações das estruturas encefálicas foram comparadas entre si para avaliar a repetibilidade da varredura eletrônica. No encefálo foram realizados cortes ultrassonográficos em planos dorsais e dorsais oblíquos pela janelas temporal e occipital, sendo passível visibilizar regiões dos lobos frontal, temporal e occipital, ventrículos laterais, septo pelúcido, fissura longitudinal do cérebro, sulcos suprasilviano, marginal e coronal, cerebelo, tentório ósseo do cerebelo, vermes do cerebelo, e medula oblonga. As médias e os desvios padrão das estruturas encefálicas nos 30 cães in vivo não variaram (p>0,05) em função das janelas temporais e foram 0,277cm ± 0,030 e 0,281cm ± 0,024; 1,643cm ± 0,115; 0,161 ± 0,021 e 0,157 ± 0,016; 2,248 ± 0,166 e 2,368 ± 0,212, respectivamente para largura dos ventrículos laterais direito e esquerdo; manto encefálico; espessura dos sulcos marginal e coronal; diâmetros ventro-lateral e crânio-caudal da região cerebelar