EXEGESE ICONOGRÁFICA DO ANTIGO TESTAMENTO/BÍBLIA HEBRAICA: NOTAS SOBRE O PASSADO, PASSOS PARA O FUTURO
A descoberta de dois pithoi em Kuntillet Ajrud, no nordeste do Sinai, em 1978, evidenciaram a inabilidade dos estudiosos da Religião de Israel, de forma geral, e de exegetas do Antigo Testamento/Bíblia Hebraica, em particular, em lidar com artefatos visuais e relacionar texto e imagem na pesquisa ci...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) |
| Repositorio: | Último Andar (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/34814 |
| Acceso en línea: | https://revistas.pucsp.br/index.php/ultimoandar/article/view/34814 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Exegese Iconográfica História da Interpretação Bíblica Bíblia Hebraica Antigo Testamento |
| Sumario: | A descoberta de dois pithoi em Kuntillet Ajrud, no nordeste do Sinai, em 1978, evidenciaram a inabilidade dos estudiosos da Religião de Israel, de forma geral, e de exegetas do Antigo Testamento/Bíblia Hebraica, em particular, em lidar com artefatos visuais e relacionar texto e imagem na pesquisa científica. O artigo, a partir de pesquisa bibliográfica, traça uma história da interpretação iconográfica da Bíblia Hebraica na segunda metade do século XX e nas duas primeiras décadas do século XXI, percebendo movimentos de destaque. É sugerido que a Exegese Iconográfica se desenvolveu em três “ondas”, partindo de um núcleo suíço para, depois, alcançar o continente norte-americano: (1) a Escola de Friburgo; (2) as abordagens metafórico-iconográficas nos EUA; (3) reavaliações metodológicas transcontinentais. Ao final são apresentados problemas, limites e necessários desenvolvimentos paraa prática da Exegese Iconográfica em terras brasileiras. |
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