Cognitive impairment in bipolar disorder neuroprogression or behavioral variant frontotemporal dementia?

Pacientes com Transtorno Bipolar (TB) costumam apresentar déficits cognitivos ao envelhecer. No entanto, a correlação com síndromes demenciais é inconclusiva, apesar da similaridade com a variante comportamental da demência frontotemporal (bvFTD). Nós relatamos uma paciente de 78 anos de idade com T...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Borges, Saulo Queiroz, Corrêa, Thiago Xavier, Trindade, Isabela Oliveira Azevedo, Amorim, Rivadávio Fernandes Batista de, Toledo, Maria Alice de Vilhena
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Universidade de Brasília (UnB)
Repositorio:Repositório Institucional da UnB
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:repositorio.unb.br:10482/36593
Acceso en línea:https://repositorio.unb.br/handle/10482/36593
https://doi.org/10.1590/1980-57642018dn13-040016
http://orcid.org/0000-0001-9072-2784
http://orcid.org/0000-0002-0618-4491
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Transtorno bipolar
Demência senil
Neuropsiquiatria geriátrica
Descripción
Sumario:Pacientes com Transtorno Bipolar (TB) costumam apresentar déficits cognitivos ao envelhecer. No entanto, a correlação com síndromes demenciais é inconclusiva, apesar da similaridade com a variante comportamental da demência frontotemporal (bvFTD). Nós relatamos uma paciente de 78 anos de idade com TB tipo 1 desde a adolescência. Seus sintomas variavam de apatia a mania psicótica. A paciente passou por 3 internações, sendo a última há 10 anos, seguida de estabilização clínica. No entanto, nos últimos 2 anos, ela apresentou sintomas diferentes, como irritabilidade expressada por agressões verbal e física, comprometimento cognitivo, padrão repetitivo de comportamento, perambulação, delírios persecutórios, desorientação e hiporexia. O tratamento com anticolinesterásicos ou estabilizadores de humor não revelou melhora. Apresentou 17/30 pontos no miniexame do estado mental, a avaliação neuropsicológica sugeriu déficit de função executiva, atenção e memória. Os exames de neuroimagem demonstraram atrofia e hipoperfusão fronto-temporal. Abordagens diagnósticas e terapêuticas para este tipo de paciente representam um desafio significativo para os clínicos.