AVALIAÇÃO DA INSERÇÃO DE PRÓPOLIS EM CIMENTOS DE IONÔMERO DE VIDRO SOBRE streptococcus mutans
O cimento de ionômero de vidro (CIV) tem sido bastante utilizado em Odontologia, principalmente nas áreas de Dentística e Odontopediatria, devido a seu efeito antimicrobiano, liberação de flúor e boa adesão à dentina. Objetivou-se neste trabalho melhorar a atividade antimicrobiana dos CIV, através d...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2005 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Centro Universitário de Maringá (UNICESUMAR) |
| Repositorio: | Repositório Digital Unicesumar |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:rdu.unicesumar.edu.br:123456789/6939 |
| Acceso en línea: | http://rdu.unicesumar.edu.br/handle/123456789/6939 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Própolis Streptococcus mutans Cimento de ionômero de vidro |
| Sumario: | O cimento de ionômero de vidro (CIV) tem sido bastante utilizado em Odontologia, principalmente nas áreas de Dentística e Odontopediatria, devido a seu efeito antimicrobiano, liberação de flúor e boa adesão à dentina. Objetivou-se neste trabalho melhorar a atividade antimicrobiana dos CIV, através do acréscimo da própolis, uma substância natural produzida por abelhas com vários efeitos biológicos comprovados. Desse modo, foi avaliado o efeito de três marcas de CIV (Ketac Molar, Fuji IX e Vitremer) puros ou com própolis (extrato etanólico a 50%), por meio de duas metodologias, difusão em ágar e macrodiluição em caldo, sobre o microrganismo Streptococcus mutans (ATCC XXXXX), principal agente etiológico da cárie dentária. Foram utilizadas matrizes metálicas de 5mm de diâmetro por 2mm de altura para a obtenção dos espécimes, que foram manipulados acrescentando 8, 10, 12 e 15 L da própolis. Foram feitos controles com discos de papel-filtro embebidos apenas com estas substância. Foram realizados repiques sucessivos da bactéria em caldo BHI (Brain Heart Infusion) e um inóculo padronizado foi dispensado em placas de ágar BHI. Os espécimes foram colocados na superfície do ágar semeado, as placas foram incubadas em estufa a 37º C por 48 horas e então lidos e medidos os halos de inibição em milímetros. O inóculo padronizado também foi utilizado na diluição em caldo e após incubação, os tubos foram lidos em espectrofotômetro, para verificar a turvação, que indicava presença ou ausência de crescimento microbiano. No caldo, não houve efeito antimicrobiano por parte de nenhum dos cimentos. Já na difusão em ágar, houve a formação de halos inibitórios nas maiores concentrações de própolis. A inserção de própolis nos CIV proporcionou um aumento do efeito antimicrobiano, no entanto, em grandes concentrações, o que gera a necessidade de testes mecânicos destes materiais modificados para uso clínico futuro. |
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