Desenvolvimento de um campo de força “coarsegrain” para carboidratos

Desenvolvimento de um campo de força “coarse-grain” para carboidratos. Doutorado em Química, orientador prof. Dr. Roberto Dias Lins Neto, Departamento de Química Fundamental, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, Pernambuco, Brasil, 2014. Na natureza, os carboidratos são geralmente encontrados...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Rusu, Victor Holanda
Tipo de recurso: tesis doctoral
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2014
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
Repositorio:Repositório Institucional da UFPE
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufpe.br:123456789/12510
Acceso en línea:https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/12510
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Carboidratos
Campo de força
Coarse-grain
Descripción
Sumario:Desenvolvimento de um campo de força “coarse-grain” para carboidratos. Doutorado em Química, orientador prof. Dr. Roberto Dias Lins Neto, Departamento de Química Fundamental, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, Pernambuco, Brasil, 2014. Na natureza, os carboidratos são geralmente encontrados na forma polimérica e/ou complexados com outras biomoléculas, tais como proteínas, lipídeos, etc. A descrição teórica do comportamento destes sistemas biomoleculares requer simulações relativamente longas e consequentemente, computacionalmente custosas. Uma maneira de diminuir os requerimentos computacionais é através do uso de campos de força “coarse-grain” (CG). Nesta abordagem, grupos de átomos são mapeados em esferas diminuindo o número total de partículas no sistema, mas com o custo da perda de detalhes químicos. Neste trabalho desenvolvemos uma nova maneira de expressar carboidratos de forma mais aproximada e combinando com o modelo de água SPC CG GROMOS. O novo campo de força, denominado PITOMBA, corretamente mapeia as conformações barco e cadeira, bem como, os anômeros alfa e beta. A validação dos parâmetros são mostrados para as amilose V e A e α-, β- and γ-ciclodextrinas (CD). Nosso trabalho abre a possibilidade de simular sistemas contendo carboidratos e a termodinâmica de formação de complexos com CDs com um ganho de tempo computacional de 1-2 ordens de grandeza em comparação aos campo de força atomísticos.