Bem-estar subjetivo, funcionalidade e imagem corporal em candidatos e submetidos à cirurgia bariátrica
A presente dissertação estudou a relação do Bem-Estar subjetivo (BES) com a capacidade funcional e a imagem corporal de pessoas candidatas e submetidas a cirurgia bariátrica, e as diferenças nessas variáveis para ambos os grupos de participantes. A amostra foi composta por 77 pacientes do programa d...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2016 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRGS |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:www.lume.ufrgs.br:10183/197326 |
| Acesso em linha: | http://hdl.handle.net/10183/197326 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Bem-estar Cirurgia bariátrica Imagem corporal Obesidade Bariatric surgery Body image Obesity Subjective well-being |
| Resumo: | A presente dissertação estudou a relação do Bem-Estar subjetivo (BES) com a capacidade funcional e a imagem corporal de pessoas candidatas e submetidas a cirurgia bariátrica, e as diferenças nessas variáveis para ambos os grupos de participantes. A amostra foi composta por 77 pacientes do programa de Cirurgia Bariátrica (CB) do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (grupo pré-cirúrgico n=48; grupo pós-cirúrgico n=29). Os instrumentos utilizados foram Questionário de dados sociodemográficos e de saúde, a Escala de satisfação com a vida, a Escala de afetos positivos e negativos, a Escala de figuras e silhuetas brasileiras, o WHODAS 2.0, e a Bateria fatorial da personalidade. Identificaram-se diferenças estatisticamente significativas entre ambos os grupos para todas as variáveis principais analisadas. A capacidade funcional apresentou relações estatisticamente significativas com todos os componentes do BES, e contribuiu à explicação da variância da satisfação com a vida e do afeto negativo. A partir desses resultados se estima que a CB possa gerar uma melhora no BES, na capacidade funcional e na imagem corporal das pessoas com obesidade mórbida. Não obstante, ainda é necessária a realização de estudos longitudinais que acompanhem esses pacientes em longo prazo para identificar não só as melhoras que a CB pode trazer, mas também quais fatores podem mediá-las ou potencializá-las, e se tal melhora se mantém além dos primeiros meses de pós-operatório. |
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