Agripina é Roma-Manhattan, um belo quase-filme de HO

Não faz maior sentido perder-se em discussões sobre ser ou não inacabada a realização de Hélio Oiticica rodada na Wall Street de 1972 levando-se em conta o filme que temos visto desde 1992 (em quase todas as retrospectivas do artista mundo afora) enquanto uma obra experimental concebida a partir da...

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Detalles Bibliográficos
Autor: Machado Junior, Rubens
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2017
País:Brasil
Institución:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:ARS (São Paulo. Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/138454
Acceso en línea:https://revistas.usp.br/ars/article/view/138454
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Hélio Oiticica
udigrudi cinema
Brazilian supereightism
art-life
neo-concretism
Aesthetic of Dream
cinema udigrudi
superoitismo brasileiro
arte-vida
neoconcretismo
Estética do Sonho
Descripción
Sumario:Não faz maior sentido perder-se em discussões sobre ser ou não inacabada a realização de Hélio Oiticica rodada na Wall Street de 1972 levando-se em conta o filme que temos visto desde 1992 (em quase todas as retrospectivas do artista mundo afora) enquanto uma obra experimental concebida a partir da prática superoitista brasileira daquele início de década. Consideramos nesta análise sua relação com essa matriz de experiência, além do diálogo profícuo do artista não só com o cinema anterior de seu país como também sua cultura, política, arte e literatura reativadas desde o século pregresso.