Influência de fake news em representações mentais de estudantes sobre ciência
A ideia deste trabalho encontra amplo sentido na própria realidade que se instalou entre nós, alavancada pela virtualidade efêmera das relações estabelecidas em redes sociais, onde a notícia falsa (fake news) encontrou terreno fértil, entre elas as inverdades científicas. O objetivo foi verificar a...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Instituto Superior de Educação Vera Cruz (VeraCruz) |
| Repositorio: | Revista Veras |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/66884 |
| Acceso en línea: | https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/66884 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | modelos mentais ciência notícias falsas |
| Sumario: | A ideia deste trabalho encontra amplo sentido na própria realidade que se instalou entre nós, alavancada pela virtualidade efêmera das relações estabelecidas em redes sociais, onde a notícia falsa (fake news) encontrou terreno fértil, entre elas as inverdades científicas. O objetivo foi verificar a existência de modelos mentais capazes de traduzir o olhar de estudantes ao mundo ao seu redor, em especial àquilo que ele vê como fenômeno ou evento científico, e se a explicação deste modelo mental pelo estudante utiliza elementos conceituais da própria ciência. A coleta de dados se deu por meio de resposta à questão “como percebo a ciência inserida na minha vida?”. Doze alunos do terceiro ano do ensino médio de três escolas diferentes elaboraram modelos para respondê-la. As alternativas dadas para o delineamento dos modelos foram: desenho ilustrativo, mapa ou esquema explicativo, texto, fotografias com legendas explicativas, ou vídeo narrado pelo próprio aluno. Seis gravaram suas respostas em forma de vídeo (todos transcritos para análise), três responderam apenas textualmente e outros três utilizaram desenhos e textos, todos analisados com base em quatro categorias formuladas a partir da teoria de modelos mentais de Philip Nicholas Johnson-Laird, teórico principal deste trabalho. Os resultados mostraram que o lugar do conhecimento científico alicerçado na escola permanece sólido frente ao movimento de produção de mentiras da atualidade, e mesmo os modelos perceptuais, portanto menos conceituais, sobre como os alunos percebem a presença da ciência em suas vidas, não corroboram com inverdades científicas. |
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