Teoria da determinação reflexiva: tópica, lógica ou sinonímica?

As reflexões a seguir oferecem a silhueta de uma pesquisa mais ampla acerca da lógica da determinação reflexiva entre 1781 (Crítica da razão pura) e 1817 (Enciclopédia de Hegel). O instrumento filológico consiste em uma análise comparativa entre a teoria da determinação reflexiva, tal como ela foi t...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Westerkamp, Dirk
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2018
País:Brasil
Institución:Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR)
Repositorio:Revista de Filosofia Aurora (Online)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.periodicos.pucpr.br:article/24238
Acceso en línea:https://periodicos.pucpr.br/aurora/article/view/24238
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Reinhold
Karl Leonhard
Hegel
Georg Wilhelm Friedrich
Kant
Immanuel
Sinonímica
Logica.
Descripción
Sumario:As reflexões a seguir oferecem a silhueta de uma pesquisa mais ampla acerca da lógica da determinação reflexiva entre 1781 (Crítica da razão pura) e 1817 (Enciclopédia de Hegel). O instrumento filológico consiste em uma análise comparativa entre a teoria da determinação reflexiva, tal como ela foi trabalhada na Lógica da essência de Hegel (1813), e a Sinonímica de Reinhold (1812). As duas teorias representam duas possibilidades diferentes do esclarecimento conceitual filosófico: uma ontológico-dialética e a outra baseada na ontologia e na análise da linguagem. Porém, ambas complementam de modo peculiar aquela crítica que visa salvar a lógica metafísica, que se desenvolve pela última vez na “Logotectônica” (Logotektonik, Boeder) ou na “motórica das teorias” (Theorienmotorik, Mulsow) do pensamento entre 1781 e 1817. Mostrar isso é o intuito histórico-filosófico desta análise comparativa; pôr em discussão o potencial argumentativo de um tipo de compreensão — crítico-metafísica — da lógica, seu propósito filosófico.