Expressão de Indoleamina 2,3-dioxigenase (IDO) e do infiltrado linfocitário em melanomas felinos: estudo retrospectivo
O melanoma difuso de íris é o tumor ocular mais prevalente em gatos, com alto potencial metastático. Devido ao seu comportamento agressivo, pode servir como modelo animal para estudos em melanoma uveal humano. O microambiente tumoral tem papel relevante no controle ou progressão tumoral e é composto...
| Autor: | |
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| Formato: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Recursos: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-10102024-120957 |
| Acesso em linha: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/10/10133/tde-10102024-120957/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palavra-chave: | Cats Eye tumor Gatos IDO Immunoregulation Imunorregulação TILs Tumor ocular |
| Resumo: | O melanoma difuso de íris é o tumor ocular mais prevalente em gatos, com alto potencial metastático. Devido ao seu comportamento agressivo, pode servir como modelo animal para estudos em melanoma uveal humano. O microambiente tumoral tem papel relevante no controle ou progressão tumoral e é composto por vários tipos celulares, como por exemplo, os Linfócitos Infiltrantes do Tumor (TILs). No presente trabalho foram utilizadas 32 amostras de melanomas difuso de íris felinos e analisadas suas características histológicas, análise do infiltrado de linfócitos, e por imunoistoquímica avaliou-se a expressão do marcador de membrana CD3 e da enzima 2-3 indoleamina dioxigenase (IDO). Foi observado um baixo grau de infiltrado de linfócitos, associados a uma baixa marcação de CD3 e a presença da expressão de IDO que é uma enzima responsável por manter um microambiente imunossupressivo, e que tem sido relacionada a pior prognóstico. Esses resultados fornecem dados importantes sobre a imunorregulação desse tipo de melanoma em gatos, contribuindo para alavancar o desenvolvimento de estratégias terapêuticas mais eficazes. Além disso, a compreensão desses mecanismos imunológicos pode abrir novas perspectivas para a utilização de imunoterapia no tratamento do melanoma ocular felino e do melanoma uveal humano, visto que é um tumor que tem pouca resposta terapêutica a imunoterápicos. |
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