Aspectos da adaptalidade ao calor de ovinos da raça Santa Inês no Agreste de Pernambuco

Os objetivos deste trabalho foram verificar a influência da cor do pelame na tolerância ao calor, consumo a pasto e ganho de peso de ovinos da raça Santa Inês de três diferentes cores de pelame (branca, castanha e preta). O experimento foi conduzido de janeiro a março de 2008 na Fazenda Riachão, loc...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: SILVA FILHO, Florisval Protásio da
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2009
País:Brasil
Institución:Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UFRPE
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:tede2:tede2/6752
Acceso en línea:http://www.tede2.ufrpe.br:8080/tede2/handle/tede2/6752
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Bioclimatologia
Parâmetro fisiológico
Estresse térmico
Consumo a pasto
Ovino
Sheep
Bioclimatology
Physiological parameter
Thermal stress
Pasture consumption
CIENCIAS AGRARIAS::ZOOTECNIA
Descripción
Sumario:Os objetivos deste trabalho foram verificar a influência da cor do pelame na tolerância ao calor, consumo a pasto e ganho de peso de ovinos da raça Santa Inês de três diferentes cores de pelame (branca, castanha e preta). O experimento foi conduzido de janeiro a março de 2008 na Fazenda Riachão, localizada no município de Sairé, região agreste de Pernambuco. Os parâmetros fisiológicos temperatura retal (TR), frequência respiratória (FR), temperatura de pele (TPL) e temperatura da superfície do pelame (TSP), foram avaliados duas vezes por semana nos períodos da manhã e tarde durante oito semanas em esquema de parcela sub-subdividida. A taxa de sudação foi mensurada à tarde, uma vez a cada semana em esquema de parcela subdividida. O índice de tolerância ao calor dos animais foi avaliado uma vez por semana durante oito semanas com três tratamentos e sete repetições. Estimou-se o consumo a pasto e o ganho de peso foi avaliado por intermédio de pesagens semanais durante todo o período experimental. O ambiente foi monitorado diariamente por intermédio de uma estação meteorológica instalada ao lado do piquete experimental e índices de conforto foram calculados. O delineamento experimental nos três estudos foi inteiramente casualizado. Ovinos brancos apresentaram pequena superioridade na tolerância ao calor que os castanhos e pretos, mas isso não se refletiu no desempenho produtivo dos animais.