Luzes misteriosas nos céus da Amazônia: a imprensa paraense e as memórias do fenômeno chupa-chupa

Em 1977, militares chegaram à Ilha de Colares, no Pará, para investigar as luzes que cruzavam os céus, aterrorizando a população. Moradores relatavam que, ao serem atingidos pelo raio luminoso, ficavam paralisados e acreditavam que o sangue era sugado pelas luzes, o que tornou o fenômeno conhecido c...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: de Paula Fernandes, Phillippe Sendas, Carlos Barbosa, Marialva
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Institución:Universidade de Caxias do Sul (UCS)
Repositorio:Conexão: comunicação e cultura
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.ucsnew.ojsbrasil.com.br:article/10179
Acceso en línea:https://sou.ucs.br/etc/revistas/index.php/conexao/article/view/10179
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Memória. Imprensa. Chupa-chupa. Amazônia.
Descripción
Sumario:Em 1977, militares chegaram à Ilha de Colares, no Pará, para investigar as luzes que cruzavam os céus, aterrorizando a população. Moradores relatavam que, ao serem atingidos pelo raio luminoso, ficavam paralisados e acreditavam que o sangue era sugado pelas luzes, o que tornou o fenômeno conhecido como “chupa-chupa”. A imprensa local amplamente noticiou o caso, que atingiu diversos municípios do interior e a capital, Belém. Este artigo busca compreender e explicar o processo de formação de memórias em torno do fenômeno, a partir da análise de três jornais publicados na época: A Província do Pará, O Estado do Pará e O Liberal. Em meio à disputa de versões, desponta a histeria coletiva ou, até mesmo, uma invasão extraterrestre.Identificador Digital Object Identifier: 10.18226/21782687.V19.N37.02