Arte e indocumentada etnia cigana, resistência cigana pela música e pela dança no cinema de Tony Gatlif
Este trabalho tem o intuito de mostrar, a partir da descrição de extratos de filmes, como a música e a dança no cinema de Tony Gatlif registram a resistência dos ciganos e a afirmação de sua identidade durante a Segunda Guerra Mundial e nas sociedades europeias. A indocumentada etnia cigana faz com...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Fundação Getulio Vargas (FGV) |
| Repositorio: | Repositório Institucional do FGV (FGV Repositório Digital) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.fgv.br:10438/33161 |
| Acceso en línea: | https://hdl.handle.net/10438/33161 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Ciganos Cinema Música Dança Arame farpado Nazismo Ciências sociais Artes cênicas Coreografia |
| Sumario: | Este trabalho tem o intuito de mostrar, a partir da descrição de extratos de filmes, como a música e a dança no cinema de Tony Gatlif registram a resistência dos ciganos e a afirmação de sua identidade durante a Segunda Guerra Mundial e nas sociedades europeias. A indocumentada etnia cigana faz com que a arte se torne um meio essencial para registrar seus hábitos culturais e sociais e a sua experiência vivida sob a ocupação nazista. Para compreender e interpretar o papel dramatúrgico e simbólico das relações música-dança no cinema de Gatlif, usaremos as três naturezas de imagens analisadas pelo filósofo francês Gilles Deleuze e sua definição do close-up. Veremos que o símbolo do arame farpado volta frequentemente nos filmes de Gatlif por representar a crueldade nazista. |
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