Toponímia de um corpo - Na trama fascial, a pandemia COVID-19: a mulher e suas múltiplas

A pandemia COVID-19 ao colocar o corpo em ameaça trouxe à baila muitos conflitos, descortinando o caráter excludente do qual fomos fundados como corpo/sociedade. A produção de milhares de corpos mortos no mundo, suscita no Brasil um plano de emergência de afastamento físico, e nos força como socieda...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Figueiredo, Nilcéia Nascimento de
Tipo de recurso: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2022
País:Brasil
Institución:Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da UERJ
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:www.bdtd.uerj.br:1/17855
Acceso en línea:http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/17855
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Transdisciplinarity
Somaesthetics
Body-territory
Doubling
Writing
Escrevivência
Transdisciplinaridade
Somaestética
Corpo-território
Doulagem
CIENCIAS DA SAUDE::SAUDE COLETIVA
Descripción
Sumario:A pandemia COVID-19 ao colocar o corpo em ameaça trouxe à baila muitos conflitos, descortinando o caráter excludente do qual fomos fundados como corpo/sociedade. A produção de milhares de corpos mortos no mundo, suscita no Brasil um plano de emergência de afastamento físico, e nos força como sociedade outros modos de existir. O corpo é provavelmente o substrato mais explorado de pertinência à vida. O modelo de estudá-lo mais usual, foi estruturado pela disciplina de Anatomia, uma coordenação descontínua entre ele e seu aprendizado. As ciências biomédicas são, portanto grandes difusoras da forma de se aprender corpo na sociedade ocidental e suas profissões o têm como objeto de sua gestão. Nesse sentido o capital simbólico de colonialidade o pressupõe de uma com-formação social desprovida de qualquer espaço para subjetividade, embora cada ser vivo aprenda sobre o corpo de uma ou de outra forma segundo o modo que a vida, ou ele a concebe. Essa pesquisa multi-situada por estudos corporais escreviventes se propõe refletir sobre outras formas de aprender pelo corpo enquanto ele se reinventa como protagonista auto-formativo durante a sindemia produzida pela COVID-19.