Avaliação da incidência e evolução da colestase em pacientes portadores de gastrosquise com diferentes emulsões lipídicas na nutrição parenteral

Introdução: Gastrosquise é um defeito congênito da parede abdominal normalmente com necessidade de nutrição parenteral por tempo prolongado. A dificuldade em iniciar a dieta enteral, as infecções associadas e o uso prolongado de nutrição parenteral contribuem para incidência de colestase. A emulsão...

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Detalhes bibliográficos
Autor: Del Bigio, Juliana Zoboli
Formato: tesis de maestría
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Recursos:Universidade de São Paulo (USP)
Repositorio:Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:teses.usp.br:tde-17082021-084645
Acesso em linha:https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5141/tde-17082021-084645/
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Anomalias congênitas
Colestase
Congenital abnormalities
Emulsões gordurosas endovenosas
Fat emulsions intravenous
Gastroschisis
Gastrosquise
Infant newborn
Nutrição parenteral
Parenteral nutrition, Cholestasis
Recém-nascido
Descrição
Resumo:Introdução: Gastrosquise é um defeito congênito da parede abdominal normalmente com necessidade de nutrição parenteral por tempo prolongado. A dificuldade em iniciar a dieta enteral, as infecções associadas e o uso prolongado de nutrição parenteral contribuem para incidência de colestase. A emulsão lipídica utilizada na nutrição parenteral é um importante fator contribuinte para colestase. Método: Estudo unicêntrico, retrospectivo com 138 pacientes com gastrosquise internados na Unidade de Cuidados Intensivos Neonatais (CTIN-2) do Instituto da Criança entre janeiro de 2009 e dezembro de 2018 que receberam nutrição parenteral. Os pacientes foram divididos em três grupos; grupo 1: os que receberam nutrição com triglicérides de cadeia média/triglicérides de cadeia longa a 10% (EL10%) ou 20% (EL20%) uma ou duas vezes na semana, grupo 2: os que receberam EL20% diariamente e grupo 3: os receberam SMOF diariamente. Foi avaliada a incidência de colestase entre os grupos e o perfil das enzimas hepáticas. Resultados: A emulsão lipídica e a NP mostraram-se como importantes agentes na colestase e o uso do SMOF não reduziu a incidência da mesma, porém apresentou uma melhor evolução nos valores da fosfatase alcalina nesse grupo. Conclusão: O tipo da EL usada na NP não alterou a incidência de colestase, porém o SMOF resultou em valores menores de fosfatase alcalina