Valores de referência da densidade mineral óssea de universitários do sexo masculino
O objetivo deste estudo foi determinar valores de referência (média ± desvio padrão) da densidade mineral óssea (DMO) da coluna lombar (L2-L4) e da extremidade proximal do fêmur (colo, trocânter maior, triângulo de Ward e fêmur total) em universitários do sexo masculino. Foram medidas as densidades...
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2023 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Revista Brasileira de Educação Física e Esporte (Online) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:revistas.usp.br:article/194698 |
| Acceso en línea: | https://www.revistas.usp.br/rbefe/article/view/194698 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Osteoporose Densidade óssea Doenças ósseas metabólicas Absorciometria de fóton Osteoporosis Bone density Metabolic bone diseases Photon absorptiometry |
| Sumario: | O objetivo deste estudo foi determinar valores de referência (média ± desvio padrão) da densidade mineral óssea (DMO) da coluna lombar (L2-L4) e da extremidade proximal do fêmur (colo, trocânter maior, triângulo de Ward e fêmur total) em universitários do sexo masculino. Foram medidas as densidades minerais ósseas (DMOs) de 117 homens (25 sedentários e 92 ativos) com idades entre 20 e 35 anos, utilizando o método da absorciometria radiológica por raios X de dupla energia (DXA). As DMOs obtidas (em g/cm2) para cada região foram: L2-L4 - 1,24 ± 0,16; colo do fêmur - 1,22 ± 0,17; triângulo de Ward - 1,13 ± 0,21; trocanter maior - 1,02 ± 0,16 e fêmur total - 1,21 ± 0,16. Comparando estas DMOs com os valores de referência do fabricante do DXA foram obtidos os respectivos escores T: 0,03 ± 1,30; 1,18 ± 1,32; 1,28 ± 1,62; 0,80 ± 1,43 e 0,90 ± 1,27. Houve diferença estatisticamente significativa (p<0,001) entre os escores T obtidos com base no DXA e aqueles obtidos com base na própria amostra, em todos as regiões do fêmur, mas não na coluna lombar (p=0,79). Ao comparar as DMOs e os escores T entre sedentários e ativos, houve diferença estatisticamente significativa entre os valores relacionados ao fêmur (p<0,01), mas não entre os relacionados à coluna lombar (p=0,05). Os dados sugerem que cada indivíduo deve ter sua DMO avaliada com base em sua própria população e que há também uma influência da atividade física sobre a DMO. |
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