Desenvolvimento e caracterização de um hidrogel contendo extrato e frações de acanthospermum hispidum para tratamento de doenças respiratórias leves
Acanthospermum hispidum, popularmente conhecido como espinho de cigano, é amplamente usado na medicina tradicional, destacando-se seu uso para o tratamento de distúrbios respiratórios e gástricos. Neste sentido, novos medicamentos, como os de aplicação nasal permitem que substâncias ativas cheguem a...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis de maestría |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2024 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da UFPE |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ufpe.br:123456789/61863 |
| Acceso en línea: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/61863 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Acanthospermum hispidum Hidrogel Controle de qualidade |
| Sumario: | Acanthospermum hispidum, popularmente conhecido como espinho de cigano, é amplamente usado na medicina tradicional, destacando-se seu uso para o tratamento de distúrbios respiratórios e gástricos. Neste sentido, novos medicamentos, como os de aplicação nasal permitem que substâncias ativas cheguem ao local, exercendo sua ação. Por isso, os hidrogéis figuram como estratégias importantes devido à sua capacidade de armazenamento e liberação. Assim, este trabalho objetivou desenvolver e caracterizar um hidrogel contendo extrato e frações de A. hispidum para o tratamento de doenças respiratórias leves. O material vegetal coletado foi identificado (n°94086) e, após caracterização e processamento, o método para controle químico por UV-vis foi validade para as partes aéreas e as raízes de A. hispidum. As condições de preparação e secagem dos extratos foram otimizadas através de desenhos experimentais (fatoriais clássicos e planejamento de misturas); considerando diferentes condições operacionais e adjuvantes de secagem (celulose, dióxido de silício coloidal e gelatina). Adicionalmente, foram obtidas e caracterizadas frações enriquecidas (FH, Fact e FAqr). Por fim, o potencial antinfúngico dos extratos foi avaliado “in vitro”. Os hidrogéis termossensíveis sem e com os derivados vegetais foram preparados e caracterizados. Tanto as partes aéreas quanto as raízes de A. hispidum atenderam as especificações de qualidade estabelecidas pela Farmacopeia Brasileira (6°Ed). Os métodos analíticos apresentaram desempenhos compatíveis com as exigências estabelecidas pela RDC 166/2017, e foram consideradas seguras e confiáveis. Após otimização das operações de extração secagem, concluiu-se pela utilização de etanol: água 50% (v/v) como líquido extrator, para a extração dos compostos de interesse; enquanto o ajuste das condições de secagem ficou definida ao utilizar uma temperatura de secagem de 130°C, com fluxo de alimentação de 1L/h e a mistura composta por gelatina e dióxido de silício coloidal como adjuvante de secagem foi a ideal para auxiliar no armazenamento do material e aumentar o rendimento do processo de secagem. Em relação à atividade fúngica, o extrato bruto apresentou CIM e CFM de 500 μg/mL e as frações de 250 (FH) e 125 μg/mL (FAct). Além disso, as amostras apresentaram baixa toxicidade frente à artêmias salinas. Por fim, hidrogéis preparados com Pluronic F127 ou pela mistura de Pluronic F127:Carbopol 940 (18:0,1; m:m) foram estáveis e permitiram a liberação dos fitocompostos presentes no hidrogel. As formulações obtidas foram consideradas uma estratégia eficaz para a entrega de drogas e com estabilidade satisfatória. Entretanto, estudos complementares ainda precisam ser conduzidos para esclarecimento e comprovar a atividade frente a problemas respiratórios, assim como sua segurança. |
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