A questão ambiental e a expansão da fronteira agrícola na direção do Matopiba brasileiro
Incorporar a dimensão ambiental à análise econômica e à tomada de decisão de todos os agentes é importante para compreender a expansão da fronteira agrícola no Brasil. A demanda por recursos naturais e por terra acompanha o crescimento da economia. A ocupação da fronteira agrícola brasileira tem ass...
| Autores: | , |
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| Tipo de recurso: | artículo |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) |
| Repositorio: | Repositório Institucional da IPEA (RCIpea) |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:repositorio.ipea.gov.br:11058/7524 |
| Acceso en línea: | http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/7524 |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Meio Ambiente e Ecossistemas Estudos sobre o Meio Ambiente Desenvolvimento Agropecuário Produção Agropecuária Potencial agrícola Fronteira agrícola Restrições ambientais Restrições institucionais Cerrado. |
| Sumario: | Incorporar a dimensão ambiental à análise econômica e à tomada de decisão de todos os agentes é importante para compreender a expansão da fronteira agrícola no Brasil. A demanda por recursos naturais e por terra acompanha o crescimento da economia. A ocupação da fronteira agrícola brasileira tem assegurado a oferta de terras para suprir a demanda da agricultura. Dada a limitação de recursos naturais, o setor tem enfrentado novos desafios para manter o crescimento da produção. Buscou-se identificar e avaliar a situação ambiental na região do Matopiba, composta pelos estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e da Bahia, ocupando 73 milhões de hectares. O que viabiliza a expansão agropecuária em terras improdutivas e com baixa aptidão à produção? A resposta é conhecimento e tecnologia. Portanto, avaliar o Matopiba somente por variáveis físicas e geoclimáticas é desconsiderar a gestão do conhecimento e da tecnologia. O potencial agrícola do Matopiba existe, mas é preciso investir em ciência, que possa ampliar o potencial produtivo da região. Realizou-se o tratamento de dados estatísticos com o auxílio de Sistemas de Informações Geográficas (SIGs). Este estudo faz uma análise somente da questão ambiental, mas considera que a região é um vetor importante de expansão agropecuária e de desenvolvimento local, justamente num espaço econômico que necessita de investimentos na direção de minimizar as desigualdades econômicas e sociais, questão que poderia ser refletida em políticas públicas de maior investimento em pesquisa e de geração de tecnologias adaptadas à realidade local. |
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