Ájax e Antígona: o riso na tragédia

O presente trabalho pretende analisar o riso em duas tragédias de Sófocles, Ájax e Antígona. A limitação da comunicação impede-nos de que façamos uma análise mais detalhada das cenas de riso. Desse modo, faremos uma apresentação do riso em geral, bem como sua utilização no drama trágico e apresentar...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autor: Araújo, Orlando Luiz de
Tipo de recurso: capítulo de libro
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2012
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Ceará (UFC)
Repositorio:Repositório Institucional da Universidade Federal do Ceará (UFC)
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:repositorio.ufc.br:riufc/19644
Acceso en línea:http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/19644
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Ájax
Antígona
Riso na tragédia
Sófocles
Descripción
Sumario:O presente trabalho pretende analisar o riso em duas tragédias de Sófocles, Ájax e Antígona. A limitação da comunicação impede-nos de que façamos uma análise mais detalhada das cenas de riso. Desse modo, faremos uma apresentação do riso em geral, bem como sua utilização no drama trágico e apresentaremos nossa leitura na esfera das tragédias citadas, tendo como fio condutor três aspectos do riso: 1. o riso dos deuses; 2. o riso dos homens e, por fim, 3. a diferença entre o riso divino e humano e o riso entre homens de extração social diferente. Nossa análise partirá de três cenas encontradas nas duas tragédias de Sófocles supracitadas. Nessas cenas, interessam-nos, especialmente, três personagens que mencionam o riso, riem ou fazem rir em cena. Assim, importa-nos, sobretudo, a menção que a deusa Atena, no Ájax, faz ao quão agradável é o riso que advém do rir do inimigo, depois, na mesma peça, o riso louco de Ájax por ter matado o rebanho dos gregos, acreditando ter morto os Atridas e Odisseu e, na Antígona, o relato do guarda a Creonte que atrai para si o riso dos demais.