Late diagnosis of human immunodeficiency virus infection and associated factors

Objetivo: analisar a ocorrência de diagnóstico tardio da infecção pelo Vírus da Imunodeficiência Humana e seus fatores associados. Método: trata-se de um estudo epidemiológico, transversal e analítico, realizado com 369 pessoas acompanhadas por Serviços de Assistência Especializada, em tratamento an...

Descripción completa

Detalles Bibliográficos
Autores: Luana Carla Santana Ribeiro, Maria Imaculada de Fátima Freitas, Unaí Tupinambás, Francisco Carlos Félix Lana
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2020
País:Brasil
Institución:Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)
Repositorio:Repositório Institucional da UFMG
Idioma:inglés
OAI Identifier:oai:repositorio.ufmg.br:1843/47607
Acceso en línea:https://doi.org/10.1590/1518-8345.4072.3342
http://hdl.handle.net/1843/47607
https://orcid.org/0000-0003-3485-3100
https://orcid.org/0000-0002-0273-9066
https://orcid.org/0000-0001-6833-3870
https://orcid.org/0000-0001-9043-3181
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:HIV
Acquired immunodeficiency syndrome
HIV infections
Delayed diagnosis
Early diagnosis
Cross-sectional studies
Síndrome de imunodeficiência adquirida
Infecções por HIV
Diagnóstico tardio
Diagnóstico precoce
Estudos Transversais
Descripción
Sumario:Objetivo: analisar a ocorrência de diagnóstico tardio da infecção pelo Vírus da Imunodeficiência Humana e seus fatores associados. Método: trata-se de um estudo epidemiológico, transversal e analítico, realizado com 369 pessoas acompanhadas por Serviços de Assistência Especializada, em tratamento anti-retroviral, e entrevistadas por meio de questionário. A análise univariada foi realizada por meio do teste qui-quadrado de Pearson ou teste exato de Fisher e teste de Kruskall-Wallis, e a análise multivariada por meio do modelo de regressão logística ordinal de chances proporcionais. Resultados: observou-se a ocorrência de 59,1% para diagnóstico tardio da infecção; a probabilidade de diagnóstico tardio é maior entre as pessoas que têm união estável, quando comparadas àquelas que não têm; com o aumento da idade, principalmente acima dos 35 anos; entre os de menor escolaridade; para aqueles que procuram os serviços de saúde para fazer o teste de HIV quando se sentem doentes; e para aqueles que fazem o teste de HIV com menos frequência ou nunca o fazem após sexo sem camisinha com parceiro fixo. Conclusão: o conhecimento da alta proporção de diagnóstico tardio e seus fatores associados verificados neste estudo tornam imperativo o planejamento e implementação de novas políticas e estratégias voltadas para o diagnóstico oportuno da infecção.