O potencial uso dos inibidores da proteína transportadora de dopamina no tratamento de transtornos neuropsiquiátricos / The potential use of dopamine transport inhibitors in the treatment of neuropsychiatric disorders

O transportador de dopamina (DAT) é uma proteína presente na membrana celular dos neurônios e é um importante alvo para a pesquisa de novos agentes farmacológicos, uma vez que está diretamente envolvido na etiologia de vários transtornos neuropsiquiátricos, como a Doença de Parkinson (DP), transtorn...

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Detalhes bibliográficos
Autores: de Oliveira, Luiz Henrique Dias, de Melo, Eduardo Borges, Bruni, Aline Thaís
Formato: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2021
País:Brasil
Recursos:Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP)
Repositorio:Brazilian Journal of Health Review
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs2.ojs.brazilianjournals.com.br:article/30710
Acesso em linha:https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BJHR/article/view/30710
Access Level:acceso abierto
Palavra-chave:Transportador de dopamina
transtornos neuropsiquiátricos
inibidores do transportador de dopamina.
Descrição
Resumo:O transportador de dopamina (DAT) é uma proteína presente na membrana celular dos neurônios e é um importante alvo para a pesquisa de novos agentes farmacológicos, uma vez que está diretamente envolvido na etiologia de vários transtornos neuropsiquiátricos, como a Doença de Parkinson (DP), transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH), esquizofrenia e transtorno por uso de substâncias (TUS). A principal função do DAT é regular os níveis de dopamina por meio da recaptação extracelular deste neurotransmissor para o interior do neurônio pré-sináptico. A falta de afinidade e seletividade de alguns compostos pelo DAT é um fator limitante para o desenvolvimento de novas opções terapêuticas. Neste trabalho será apresentada uma contextualização sobre este alvo biológico e sua relação com os principais transtornos neuropsiquiátricos. Também são abordadas algumas intervenções farmacológicas atualmente empregadas no tratamento destes transtornos, enfatizando pesquisas recentes sobre alguns inibidores atípicos, conhecidos por não gerarem efeitos comportamentais eufóricos e viciantes observados em outros psicoestimulantes, e que podem contribuir para o planejamento e desenvolvimento de novos agentes terapêuticos mais seguros e eficazes.