Superbrotamento de ramos em oliveira causado por fitoplasma: alterações bioquímicas, transmissão por enxertia e quantificação da bactéria nos tecidos do hospedeiro
No Brasil, a doença denominada de superbrotamento de ramos da oliveira tem como agente causal um fitoplasma pertencente ao grupo 16SrVII-B. Essa doença tem causado significativos danos à produção por interferir com o desenvolvimento normal das plantas infectadas. As medidas de controle estão restrit...
| Autor: | |
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| Tipo de recurso: | tesis doctoral |
| Estado: | Versión publicada |
| Fecha de publicación: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Institución: | Universidade de São Paulo (USP) |
| Repositorio: | Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP |
| Idioma: | portugués |
| OAI Identifier: | oai:teses.usp.br:tde-05102021-160027 |
| Acceso en línea: | https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11135/tde-05102021-160027/ |
| Access Level: | acceso abierto |
| Palabra clave: | Desenvolvimento lento Mollicutes Pathogenicity Patogenicidade PCR em tempo real real-time PCR Slow development Vassoura-de-bruxa Witches' broom |
| Sumario: | No Brasil, a doença denominada de superbrotamento de ramos da oliveira tem como agente causal um fitoplasma pertencente ao grupo 16SrVII-B. Essa doença tem causado significativos danos à produção por interferir com o desenvolvimento normal das plantas infectadas. As medidas de controle estão restritas, basicamente, ao plantio de mudas livres do patógeno e à erradicação de plantas doentes. A interação entre hospedeiro e patógeno ainda é pouco conhecida e este estudo teve como objetivos demonstrar a patogenicidade do fitoplasma, determinar as alterações bioquímicas induzidas pelo patógeno e avaliar a concentração do patógeno nos tecidos das plantas. Para isto, foi usada a técnica de enxertia para transmissão do fitoplasma, quantificação do patógeno nos tecidos foliares por meio de PCR em tempo real e análises bioquímicas de diversos componentes celulares. A patogenicidade foi comprovada pela presença constante do fitoplasma nas plantas doentes. A concentração do patógeno variou entre as cultivares e os resultados sugeriram um ordenamento com relação à multiplicação de células do patógeno nestas cultivares. As alterações bioquímicas nas plantas infectadas foram demonstradas, de modo geral, pela redução no teor de clorofila e aumento nos conteúdos de açúcares redutores, fenóis e proteínas totais. |
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