Roberto Schwarz e a sociologia paulista dos anos 1960

O artigo apresenta a hipótese de que, ao identificar a “volubilidade” como princípio formal do romance Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, Roberto Schwarz estaria se posicionando frente às divergências entre Maria Sylvia de Carvalho Franco e Fernando Henrique Card...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Helayel, Karim, Brasil Junior, Antonio
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2019
País:Brasil
Institución:Instituto de Estudos Brasileiros (IEB)
Repositorio:Revista do Instituto de Estudos Brasileiros
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:revistas.usp.br:article/164931
Acceso en línea:https://www.revistas.usp.br/rieb/article/view/164931
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:Roberto Schwarz
Florestan Fernandes
Fernando Henrique Cardoso
Maria Sylvia de Carvalho Franco
patrimonialism
patrimonialismo
Descripción
Sumario:O artigo apresenta a hipótese de que, ao identificar a “volubilidade” como princípio formal do romance Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, Roberto Schwarz estaria se posicionando frente às divergências entre Maria Sylvia de Carvalho Franco e Fernando Henrique Cardoso em torno da mobilização da categoria “patrimonialismo”. Localizaremos o argumento de Um mestre na periferia do capitalismo (1990), de Schwarz, diante das críticas de Franco ao uso por ela considerado improcedente da categoria “patrimonialismo” por parte de Cardoso. Discutiremos ainda as relações entre o princípio formal da “volubilidade” com a categoria “dilema”, proposta por Florestan Fernandes em seus trabalhos.