ÍNDICES DE DENSIDADE E SOMBREAMENTO ARBÓREO EM ÁREAS VERDES PÚBLICAS DE ARACAJU, SERGIPE

O presente trabalho tem o objetivo de realizar um diagnóstico ambiental do complexo arbóreo urbano, usando índices espaciais para avaliar quantitativamente a arborização nas das áreas verdes públicas de Aracaju-SE. A metodologia consiste na identificação das espécies arbóreas presentes através de ch...

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Detalles Bibliográficos
Autores: Marques de Lima Neto, Everaldo, Melo e Souza, Rosemeri
Tipo de recurso: artículo
Estado:Versión publicada
Fecha de publicación:2009
País:Brasil
Institución:Universidade Federal do Paraná (UFPR)
Repositorio:Revista da Sociedade Brasileira de Arborização Urbana
Idioma:portugués
OAI Identifier:oai:ojs.pkp.sfu.ca:article/66448
Acceso en línea:https://revistas.ufpr.br/revsbau/article/view/66448
Access Level:acceso abierto
Palabra clave:arborização urbana
índices espaciais
áreas verdes
Aracaju(SE)
Descripción
Sumario:O presente trabalho tem o objetivo de realizar um diagnóstico ambiental do complexo arbóreo urbano, usando índices espaciais para avaliar quantitativamente a arborização nas das áreas verdes públicas de Aracaju-SE. A metodologia consiste na identificação das espécies arbóreas presentes através de chaves taxionômicas e aplicação dos índices espaciais: de Sombreamento Arbóreo (ISA) e de Densidade Arbórea (IDA). No levantamento realizado identificou-se que as 5 (cinco) espécies que apresentaram maior freqüência foram Pithecellobium glaziovii (Mata-fome), Terminalia cattapa (Amendoeira), Licania tomentosa(Oiti), Clitoria fairchildiana (Sombreiro), Ficus spp. (Ficus), distribuídas em respectivas percentagens, 24,59%, 20,31%, 10,32%, 10,10% e 9,44%. Os IDA’s obtidos foram de 0,60 indivíduos arbóreos para cada 100m2 na Zona Norte, e 0,61 no Centro e 0,68 na Zona Sul. Os ISA’s da Zona Sul (68%) e do Centro (62%) indicam um maior potencial na capacidade de sombreamento arbóreo em relação a Zona Norte (39%). Os resultados obtidos vêm demonstrar que o patrimônio arbóreo apresenta má distribuição do quantitativo de espécies denotando que as áreas verdes públicas não possuem políticas específicas de preservação, conservação e manutenção. De modo essencial faz-se necessário uma ação dos órgãos responsáveis pela arborização dos espaços públicos analisados na cidade.